28/08/2007

Fole do selector de velocidades

Mais uma subsituição por necessidade, o fole do selector de velocidades estava roto, fruto do uso, comprado através do ebay, 3 dias depois tinha, não um, mas dois (devido a um erro no tratamento das encomendas), pelo valor de 15€ com portes incluídos. Pelo menos de aspecto, ficou bem melhor, e sempre é em pele.

04/08/2007

Ópticas e piscas novos

Começou por ser por uma questão de estética, e passou a ser uma questão de segurança. Os espelhos dos faróis estavam queimados, e das milhares de possibilidades optei por manter a iluminação original de halogénio em detrimento do xénon, com a alteração para angel-eyes. A iluminação pode ser melhor com as lâmpadas de xénon, mas nunca gostei quando era eu o "alvo" dessa iluminação. O que para alguns pode ser considerado uma melhoria na segurança, para mim não passa de uma boa maneira de provocar acidentes devido ao encandeamento.
Os piscas dianteiros eram originalmente brancos, o que destoava com os laterais amarelos, os primeiros foram adquiridos apenas por um dos que estava no carro encontrar estalado e meter água, os laterais passaram a ser brancos. Os traseiros ficam para mais tarde... para quando encontrar algo que me agrade.

Remover o carvão

EGR (exhaust gas recirculation) tem com principal função a redução da emissão de NOx para a atmosfera recorrendo à introdução na admissão de gases de escape, a desvantagem de uma egr é tanto maior quanto maior for a preocupação do condutor com os consumos. Desligar uma egr, em teoria, melhora os consumos e aumenta a potência... na prática estamos a falar de valores ridículos, e "psicológicos", a única, e racional, razão para desligar uma egr é o estado da admissão, evitanto depósitos de carvão (carbono resultante da queima do gasóleo), não há redução do diâmetro da admissão e o motor "respira" melhor (e quem tem um motor destes, sabe bem que em certas situações todo o fôlego é pouco).
Sendo que há quem opte por remover por completo a tubagem que liga o escape à admissão, fabricando até uma substituição para a válvula em si, eu optei por manter tudo "legal segundo a ipo", o tubo de vácuo que controla a abertura/fecho da válvula foi obstruído com uma esfera de rolamento, e o tubo colocado no sítio.No mesmo dia em que desliguei a egr, limpei o colector e válvula da egr... o diâmetro que apresentavam devido ao depósito era cerca de metade do original. O odómetro mostrava 216.000 km.

03/08/2007

Pintura geral

Altura certa para encostar o choco e deixarem que lhe tratassem dos males que o iam comendo. Havia ferrugem em alguns pontos, e as antipáticas marcas das portas de outras viaturas iam-se acumulando. O tratamento foi uma pintura geral, retirando de vez as maleitas.
Em vêsperas de entregar o carro ao pintor, tive um acidente que me obrigou a trocar a anterior grelha, de rins estreitos e embutidos, pela grelha mais recente. Pessoalmente preferia a original, mas essa, ao que parece, é mais difícil de se encontrar à venda. 30€ e um novo par de rins na frente, mais agressivos e imponentes. A pintura ficou no total por uns contidos 1000€ com direito a reclamação no caso de haver alguma imperfeição.

02/07/2007

Cromados

Algo que sempre achei bem aplicado, sendo mesmo o único tipo de cromado que eu posso dizer de que gosto no que toca a interiores, são os aros cromados no quadrante.
Isto revela-se uma tarefa algo difícil de conseguir fazer correctamente. Há que desapertar o quadrante, e em certos casos, como no meu visto que o volante é o de três braços com air-bag, há que desapertar o volante.
Depois é mais um trabalho de minúcia até remover o vidro do quadrante e passar os aros lá para dentro. Colar tudo com muito jeito, para evitar deixar marcas nos aros, e voltar a montar tudo, novamente com alguma minúcia. E o resultado será mais ou menos este.

18/06/2007

Apresentação: BMW E30 316i versão de 4 portas

BMW E30 316i
Motor: m40b16
Cilindrada: 1596 c.c.
Peso: 1160 Kg
Potência: 102 cv às 5800 rpm
Binário: 145 Nm às 4500 rpm
Velocidade máxima: 182 km/h
Aceleração dos 0-100 km/h: 12.1 s
Ano de fabrico: 1988
Quilometragem inicial: 90.000 km

29/08/2006

Fuga de água: tubo de plástico

Mais de 250 quilómetros percorridos na traseira de um Mercedes-Benz C250 turbodiesel, nada de especial, para além dos consumos absurdamente baixos.
No dia seguinte, saída para almoçar, cinco pessoas dentro do carro e antes de serem percorridos os primeiros 10 quilómetros e já o ponteiro da temperatura indicava "azares".
O tubo que faz o retorno da água do bloco tem um T em plástico (marcado a vermelho na imagem abaixo) que decidiu partir, fazendo com que todo o líquido de refrigeração se perdesse numa questão de segundos. Esta peça de plástico é cravada nos três tubos que nela ligam, o que torna a substituição do T, literalmente, impossível. Valeu a improvisação de uma mola com arame que mantinha os tubos numa posição em que a água demorava mais a sair, e assim regressou a casa.
Este tubo é particularmente difícil de aceder, para chegar a ele é preciso remover o colector de admissão e a egr de forma a ser alcançável, e mesmo assim, é uma carga de trabalhos.
Nota importante: há uma ligação feita por um tubo de borracha entre o centro do colector colector de admissão e a ECU, esta se, em caso de "esquecimento", não for ligada vai custar-vos a compensação da injecção na faixa do turbo, ou seja, o carro vai comportar-se como se não tivesse turbo.