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31/12/2017

Análise de custos 2017

Percorridos em 2017 com o Corolla foram quase 12300km.

Despesas:
  • IPO: 30,70€
  • IUC: 56,03€
  • Seguro: 159,69€
  • Peças substituídas: 40,72€ 
  • Alinhamento de direcção e pneus: 184,60€
  • Acessórios: 811,66€
  • Estacionamento: 5,45€
  • Portagens: 10,25€
  • Combustível (GPL e gasolina): 807,92€ (dos quais 407,32€ em gasolina)
Total da despesa: 2107,02€ (0,17€/km)

Voltando a ser o mais utilizado, o Corolla percorreu também uma maior distância este ano, chegando mesmo a ser o único que aumentou a quilometragem anual. 
O valor que poderá chamar a atenção é o do valor gasto em combustível, em particular no que toca à gasolina. Isto deve-se a ter sido impossível circular a GPL durante algum tempo devido a um problema com o sistema instalado (coisa para ter aumentado a despesa em combustível em cerca de 245-250€), levando a despesa por quilómetro, em conjunto com a aquisição de algum equipamento, a disparar para mais do dobro do ano de 2016.

Percorridos em 2017 com a PCX foram pouco mais de 2500km.

Despesas
  • IUC: 0,00€
  • Seguro: 104,40€
  • Pneus: 65,00€
  • Combustível: 76,84€
Total da despesa: 246,24€ (0,10€/km)

A PCX, por motivos de ordem familiar, acabou por circular apenas quatro meses, o que lhe baixou consideravelmente a distância percorrida (menos de metade do ano anterior), manteve-se, ainda assim, como a rainha da despesa por quilómetro.


Percorridos em 2017 com a CBF foram perto de 1000km.
Despesas
  • IUC: 57,13€
  • Seguro: 109,32€
  • Acessórios: 105,00€
  • Combustível: 92,37€
Total da despesa: 363,82€ (0,39€/km)

Com o período de verão ocupado com outras coisas mais importantes, a pobre CBF viu-se renegada a veículo de dias de chuva e de dias em que as distâncias a percorrer entre "casa"-trabalho fossem maiores, o que não aconteceu muitas vezes. Também como no ano passado, muita da distância que tocaria à CBF foi percorrida de forma não motorizada (cerca de 1200km) o que também ajuda a que a distância total seja tão baixa.

01/01/2017

Análise de custos 2016

Percorridos em 2016 com o Corolla foram cerca de 9100km.

Despesas:
  • Revisões: 111,00€
  • IPO: 30,54€
  • IUC: 55,31€
  • Seguro: 144,77€
  • Peças substituídas: 7,50€
  • Combustível (GPL e gasolina): 384,99€ (dos quais 41,84€ em gasolina)
Total da despesa: 734,11€ (0,08€/km)

Tornou a ser, no ano em que passou a fasquia dos 200 mil quilómetros, o veículo que mais quilómetros percorreu, ficando nesse campo com uma diferença marginal para o ano anterior (cerca de 200km a menos), a despesa foi, no entanto, bastante inferior devido à menor despesa de manutenção (o ano passado foram trocados os amortecedores) e também graças a um preço ligeiramente mais comedido no combustível. O total de poupança em combustível, após a amortização da instalação do sistema de GPL, já superou os 650€.


Percorridos em 2016 com a PCX foram 6700km.

Despesas:
  • Revisões: 56,08€
  • IUC: 5,52€
  • Seguro: 101,91€
  • Combustível: 179,21€
Total da despesa: 342,72€ (0,05€/km)

A pequena PCX percorreu quase 2000 quilómetros a menos, mantendo no entanto o valor de despesa por quilómetro inalterado para o ano anterior, o que em boa parte é devida à, ainda exemplar, fiabilidade da pequena mono-cilíndrica.


Percorridos em 2016 com a CBF foram cerca de 3800km.

Despesas:
  • Revisões: 113,90€
  • IUC: 56,68€
  • Seguro: 109,32€
  • Lubrificação da corrente: 10,00€
  • Equipamento: 105,00€
  • Combustível: 269,20€
Total da despesa: 664,10€ (0,18€/km)

Todos os veículos percorreram menos quilómetros que no ano anterior, no caso da CBF esse facto foi bem mais notório, tendo a distância caído para quase metade (o que faz disparar a despesa por quilómetro de forma bem visível). Uma diferença tão grande na distância percorrida deveu-se também à utilização de outras formas de deslocação para distâncias mais curtas e/ou em cidade que totalizaram, durante este ano, mais de 750km. 

09/06/2016

Revisão dos 42 mil quilómetros da Honda CBF600

Com a aproximação "daquela altura do ano" em que a CBF costuma percorrer maiores distâncias e com o conta-quilómetros a totalizar 45386km, lá foi cumprido o calendário de revisões.
Desta vez, para além da mudança de óleo e do respectivo filtro e da limpeza do filtro do ar, teve direito à substituição das velas, coisa que, como se pode ver pela foto adjacente, é coisa para deixar a mota quase sem "roupa".
Para realizar a operação de substituição das velas, tal como é indicado no manual, é necessário elevar a parte dianteira do depósito de combustível para conseguir remover as velas dos segundo e terceiro cilindros, as outras conseguem remover-se sem dificuldades de maior.
Foram ainda corrigidos o nível do líquido de refrigeração e a folga da corrente e efectuada uma limpeza aos travões.
Para a próxima revisão, que será provavelmente ainda este ano, será altura de trocar o óleo dos travões e das suspensões.
Preço total da intervenção, 113.90€, mais em conta que a revisão equivalente anterior (que já contemplava desconto).

01/01/2016

Análise de custos 2015

Percorridos em 2015 com o Corolla foram cerca de 9300km.

Despesas:
  • Revisões: 71,04€
  • IPO: 30,54€
  • IUC: 55,31€
  • Seguro: 144,76€
  • Alinhamento de direcção: 20,00€
  • Revisão ao sistema de GPL: 25,00€
  • Peças substituídas: 344,86€
  • Combustível (GPL e gasolina): 472,05€ (dos quais 67,03€ em gasolina)
Total da despesa: 1163,56€ (0,12€/km)

Este ano calhou ao Corolla ser o veículo a ter a distância percorrida superior. Percorreu, ainda assim, menos quilómetros que no ano de 2014, tendo essa redução da distância percorrida levado a uma subida do valor da despesa por quilómetro (mais 0,03€/km do que o ano passado) o que impossibilitou a diluição do valor das intervenções extraordinárias (em particular, a colocação dos amortecedores e da bateria).
A despesa em combustível seria 76% superior se tivesse circulado exclusivamente a gasolina (chegando o valor aos 814,17€) o que é um valor bastante expressivo da poupança que se pode obter optando por este combustível alternativo, no ano em que a poupança em combustível superou o valor pago pelo sistema instalado.


Percorridos em 2015 com a PCX foram 8500km.

Despesas:
  • Revisões: 91,45€
  • IUC: 5,49€
  • Seguro: 98,63€
  • Lavagens: 2,00€
  • Combustível: 256,52€
Total da despesa: 459,58€ (0,05€/km)

Para além de ser o veículo mais económico dos três listados, este ano a PCX não teve nenhuma intervenção mais dispendiosa de manutenção (apenas duas mudas de óleo), nem qualquer tipo de despesa extra, ficando com um valor recorde no que toca à despesa por quilómetro.
Mesmo com uma redução para cerca de dois terços da distância do ano anterior, a PCX ainda ficou em segundo na distância percorrida este ano.


Percorridos em 2015 com a CBF foram cerca de 7200km.

Despesas:
  • Revisões: 61,90€
  • IUC: 56,40€
  • Seguro: 104,23€
  • Lubrificação da corrente: 14,00€
  • Peças substituídas: 58,79€
  • Pneus (furo): 14,76€
  • Lavagens: 2,50€
  • Combustível: 509,53€
Total da despesa: 808,11€ (0,11€/km)

Ao contrário do ano passado, não houve aquisição de equipamento e a distância percorrida no período de férias foi bastante menor, o que levou a uma descida considerável na despesa total. O valor da despesa por quilómetro é, no entanto, marginalmente inferior à do automóvel (mesmo estando este a GPL).

18/12/2015

Conversa de semáforo

Por entre a hora de ponta da cidade, calhou a parar ao meu lado um companheiro das duas rodas montado numa Honda NC (uma X... não reparei se 700 ou 750). O advento da NC ditou o fim da produção da CBF, passando esta a tomar o lugar de primeira grande mota (houve até quem pensasse que a NC, apanhada com a camuflagem em testes, seria a nova CBF), a mota do aprendiz de motociclista, o verdadeiro cavalo de trabalho que ensina as artes aos aprendizes.
Escusado será dizer que, sendo um feliz (e satisfeito) proprietário de uma CBF e tendo até experimentado a NC, continuo sem perceber a razão para uma aceitação tão grande e de tanto alarido (e discussão de café) em torno da hipotética superioridade da NC... talvez os menos 1000-1200€ no preço da NC vs CBF possam ser uma justificação para alguns, mas mesmo assim, não me convence. Não trocaria a CBF por uma NC, fosse em que versão fosse.

Parado ao meu lado, e após o cordial cumprimento, perguntou-me de dentro do seu capacete modular aberto quanto gastava a CBF. A minha resposta foi "quatro e meio, cinco se andar sempre e só em cidade"... e vi um queixo cair! 
Isso é muito bom! - disse-me, antes de acrescentar que fazia na casa dos 4.0l/100km, desejar um bom fim-de-semana e boa viagem, o que consegui retribuir antes de sairmos do semáforo. Não falámos depressa, o semáforo é que era demorado.

27/11/2015

Pousa-pés

Os pousa-pés do pendura da CBF são em borracha, são, basicamente, um anel de borracha sobre um eixo de metal, com um encaixe um tanto ao quanto duvidoso. Tão duvidoso que é "natural" a borracha começar a rodar sobre o eixo de metal, quando se sobe para a mota, desfazendo nos pontos de encaixe.
Como o esquerdo já estava completamente desintegrado, tratei de adquirir um novo num representante (era mais caro comprar fora e/ou importar), tendo custado 10.14€ (um roubo, a meu ver). 
A substituição é rápida e simples, basta tirar o parafuso que fixa o pousa-pés ao seu suporte, remover o pino que serve de eixo de rotação do pousa-pés, retirar uma anilha e substituir a borracha, voltar a montar no processo inverso e... está feito.

Ao que me foi possível apurar, o original e o novo que foi instalado não são exactamente iguais. Os sulcos na zona superior são ligeiramente diferentes e, a avaliar pela maior mobilidade da borracha, em breve terei que encontrar uma solução definitiva para esta questão.

22/11/2015

Buzina da CBF

Desde a aquisição da CBF que a buzina sempre esteve meio rouca e, apesar do tratamento que levou com WD40, acabou por deixar de emitir som quando era necessário (a falta de uso certamente também ajudou).
Em contacto com um representante da marca Honda, fui informado que o valor da buzina de origem era na casa dos 90€ (?!?) o que é um valor completamente absurdo, o que me levou a procurar algo na concorrência.
Não muito mais tarde consegui uma por 7.65€, com um único senão... era cromada (ver foto), o que ficaria a destoar demasiado no conjunto. Nada que uma lata de tinta preta fosca que andava perdida no meio dos produtos de limpeza não resolvesse!
Sendo o acabamento do cláxon rugoso, limitei-me a limpar a superfície, segurando-o pela fixação com um alicate de grifos e aplicar a tinta em spray. O resultado da pintura, não sendo espectacular, foi bastante satisfatório, tendo-se procedido, no dia seguinte, à aplicação no suporte antigo (para evitar mais pinturas), refeitas as ligações... o som emitido é bem mais fraco do que a anterior e rouca buzina... mas ainda assim, é suficiente para a utilização dada (alertar para a presença).
Resultado final

16/11/2015

Uma bateria nunca vem só?

Como se o apontamento de sábado não fosse suficiente, no dia seguinte, para não se ficar atrás, a bateria da CBF entregou a alma ao criador com uma patética tentativa de arranque do motor... ou deverei antes dizer, com um sonolento e imperceptível resmungar típico de quem se virá para o outro lado para continuar a dormir quando o tentam acordar.
EXIDE bike maintenance free
Posto isto, hoje era dia de ir às compras, tendo encontrado uma bateria por 41€ na Fernando Duarte Gonçalves. A caixa de cartão que servia de embalagem pareceu-me demasiado grande para uma bateria tão pequena e, de facto, era. Dentro da caixa vinha uma bateria, seis embalagens de ácido, parafusos e porcas e um manual de instruções... a embalagem não referia a necessidade de montagem da própria bateria. Apanhado de surpresa mas a tarefa de encher as células com o ácido acabou por ser mais simples do que apertar os terminais à bateria (as porcas, nesta bateria estão soltas, e os terminais da cabelagem são ligeiramente maiores do que os pólos da bateria) o que acabou por se revelar a tarefa mais difícil de toda a operação.
Bateria devidamente fixa no local e a CBF lá acordou ao pressionar do botão de arranque e, para não me fazeres passar vergonhas, só sais amanhã!

21/07/2015

Uma vedeta internacional

Este foi o primeiro dia de trabalho depois de duas semanas de férias, foi também um dia de calor... um daqueles dias em que, pelo simples facto de vestir o equipamento, me sentia a cozer em lume brando mesmo com a CBF parada à sombra.
Com o motor já a trabalhar, consegui colocar as mãos dentro das luvas a custo enquanto pensava que, assim que arrancasse, tudo ficaria melhor, e ficou. Ficou tão "melhor" que um percurso de oito quilómetros se tornou num de 80 e picos quilómetros em ritmo de passeio. Não, a bateria não estava a precisar de carga, não estava a precisar de desabafar, estava só a precisar de rolar de motor a ronronar por paragens mais frescas até me apetecer voltar para a casa... só porque sim.
Havia algo de estranho no comportamento da mota enquanto percorria a N9-1 (conhecida por estrada da lagoa azul), parecia uma dança em que a "ela" não parava de abanar o rabo para cima e para baixo... lembrei-me então que ainda não tinha voltado à configuração "normal" da suspensão traseira, deveria ser isso ou, talvez, eu a tomar consciência da falta do incremento de peso da semana anterior? Já trato disso quando parar.
Chegado ao Cabo da Roca, consegui encontrar um local bom para parar e tirar uma foto à Bufas com o cruzeiro em pano de fundo, ainda estava a guardar telefone e dirigem-se a mim de forma pouco compreensível. Eram duas "asiáticas" queriam uma foto "dela" (obviamente, minha não seria de certeza)... Bufas, rapariga, eu não te disse que comigo ias ser uma vedeta internacional?
Voltei a colocar a mola do amortecedor na posição "média" e lá fomos nós ao mesmo ritmo de passeio a que viemos (podia ser psicológico, mas agora podia jurar que já não havia abanicos de peida) até chegar à avenida marginal onde, sem surpresas nesta altura, as paragens nos semáforos são constantes. Perto de um hotel, uma família passa na passadeira protegida pelo semáforo verde para os peões, a menina loira que um homem alto de cabelo claro levava pela mão, fica fascinada a olhar na nossa direcção. A Bufas, envergonhada (e ruborizada, apesar de não se notar muito por causa da cor da pele) por se sentir de novo o centro das atenções, acanhou-se e tive que ser eu a acenar a menina do vestido cor-de-rosa que de volta sorriu e acenou... com as duas mãos até nos perder de vista! Bufas, rapariga, és uma estrela internacional... mesmo no teu país de registo!
Quando se anda de automóvel, isto não acontece, pois não?

30/05/2015

Passeio CBF Portugal e amigos... até Fajão.

Depois de estarem acertadas as questões geográficas e de confirmadas as presenças, eis que chegou finalmente o dia do passeio!
Havia ficado combinado haver dois grupos, um que iria seguir por AE (e que saia mais tarde) e outro que seguiria por estradas nacionais com ponto de encontro numa estação de serviço à saída de Lisboa que já estava animada com inúmeros grupos crescentes em elementos com os mais variados destinos. 
Cinco motas, três da zona de Lisboa e duas da margem sul, que daqui partiam em direcção a Montinhos (junto a Coruche), onde iríamos efectuar a primeira paragem, a do café, e para somarmos mais uma mota ao grupo para seguir caminho pela N251 até Couço onde, sempre pelas margens do Rio Sorraia, tomámos a direcção da N2 que encontrámos já junto à barragem de Montargil.
A mais longa estrada de Portugal levou-nos por Ponte de Sor, Bemposta, cruzando o rio Tejo imediatamente antes de passar em Abrantes onde a N2 se cruza com a A23 e onde demos de caras com o grupo (de três motas) que se deslocava pelas AE. 
Deixámos o distrito de Santarém entrando no de Castelo Branco, sempre pela N2, passando por Vila de Rei com o centro geodésico do país, para parar já na Sertã devido a desidratação, nossa, pois este era estava a ser um belo dia com temperaturas quentes, e também de algumas das montadas.
A paragem seguinte seria no centro de Pedrogão Grande onde nos esperavam os três elementos que optaram pela rota de AE e um quarto elemento Coimbrense.



Voltámos à nossa N2, cruzando terras de nomes peculiares e também mais animada de curvas do que na primeira etapa, deixando-a em favor da N344 após passar a Portela do Torgal já dentro do distrito de Coimbra. A N344 cruza o rio Unhais e segue pelo topo do maciço elevado de forma serpenteante permitindo uma vista privilegiada sobre a albufeira do rio Zêzere formada pela barragem do Cabril, este cenário mantêm-se até perto de uma aldeia de nome Vale Serrão, onde a estrada começa a descer em direcção à vila de Pampilhosa da Serra.
Cruzámos o centro da vila, passando frente à câmara municipal e à igreja, cruzando novamente o rio Unhais para começar a trepar a N112 (que já pouco tem do seu percurso original) desde o seu início, na qual nos surgiu a indicação para Fajão, o local combinado para o almoço. A estrada municipal que se segue, vai-se retorcendo e subindo até desembocar numa estrada larga no cimo das serras, com o parque eólico de um lado e uma visão sobre montes e vales a perder de vista do outro, antes de nova indicação nos fazer precipitar numa descida íngreme e estreita até às casas de xisto que compõem a aldeia de Fajão.

Restaurante O Pascoal.















O regresso foi o caminho inverso... mas não na totalidade. Despedimo-nos de uma parte do grupo que se dirigiu ao Encontro Internacional de Motas Goldwing, a outra repetiu o caminho até à N112 mas, em vez de voltar a Pampilhosa da Serra, seguiu para norte percorrendo a restante N112 até esta se encontrar com a N2 para seguir até Pedrogão Grande para uma segunda despedida, desta feita ao nosso companheiro de Coimbra e voltámos a seguir viagem rumando a sul repetindo o trajecto da manhã parando desta vez em Vila de Rei, por causa da sede, e em Couço para a derradeira despedida do grupo... não sem antes haver um episódio caricato com uma senhora que, sentada numa caixa de fruta, vendia produtos hortícolas em frente à estação de serviço onde parámos, tendo participado activamente nas despedidas, desejando-nos boa viagem de regresso... dali até casa, já não houve história, só apetite para uma próxima vez.


09/05/2015

Fim-de-semana portas abertas Honda: 9 e10 de Maio

E assim foi mais um check-up do fim-de-semana de portas abertas da Honda.

A CBF foi à Linhaway para confirmar o que é óbvio, está de boa saúde apenas com uma chamada de atenção para a buzina, por estar estar a soar algo "rouca". De facto está neste estado desde a aquisição e, enquanto não se calar de vez, por lá ficará para as (raras) eventualidades em que é usada.

"Aquela, ali no meio, é a que anda mais, a que vai mais longe e é a mais bonita de todas!" - ou talvez seja apenas a minha imaginação do diálogo.

28/04/2015

Revisão dos 36000km da Honda CBF600SA

Enquanto se espera pelos dias mais longos animados pelas sinuosas e cénicas estradas nacionais algures nos confins do país, num já não muito distante Verão, a CBF atingiu os seis mil quilómetros desde a última intervenção e precisou de uma visita ao mecânico para cumprir o plano de manutenção do fabricante.

O conta-quilómetros total marcava 38909km e foi efectuada a muda do óleo e substituição do respectivo filtro, limpeza do filtro de ar e afinação da corrente, num total de 61.90€.

31/12/2014

Análise de custos 2014

Percorridos em 2014 com a CBF cerca de 18600km.

Despesas
  • Revisões: 539,96€
  • IUC: 56,40€
  • Seguro: 103,77€
  • Lubrificação da corrente: 31,79€
  • Pneus: 284,00€
  • Acessórios: 555,00€
  • Combustível: 1295,63€
Total da despesa: 2866,55€ (0,16€/km)

Primeiro ano completo e já supera o automóvel na distância anual percorrida.
O custo por quilómetro da CBF é o mais elevado dos três apresentados, o que é consequência das despesas adicionais na aquisição de equipamento necessário para o passeio de férias deste ano, não contabilizando esse valor, o custo por quilómetro ter-se-ia cifrado nos 13 cêntimos (ainda assim superior aos restantes).

Percorridos ao volante do Corolla em 2014 foram cerca de 16000km

Despesas:
  • Revisões: 47,68€
  • IPO: 30,54€
  • IUC: 55,31€
  • Seguro: 147,84€
  • Alinhamento de direcção e pneus: 199,75€
  • Combustível (GPL e gasolina): 950,98€ (dos quais 106,45€ em gasolina)
Total da despesa: 1432,10€ (0,09€/km)

A despesa por quilómetro subiu marginalmente, mais um cêntimo, quando comparada com o ano anterior, isto não é devido ao novo imposto aplicado ao GPL, é consequência de terem sido percorridos menos quilómetros este ano com o Corolla, pois o referido aumento acabou por ser absorvido ao longo do ano pela descida do preço dos combustíveis no geral.
Circulando a gasolina, a despesa em combustível teria sido 500 euros superior, chegando aos 1474,14€.

Percorridos em 2014 com a PCX foram 12000km.

Despesas
  • Revisões: 276,18€
  • IUC: 5,49€
  • Seguro: 99,67€
  • Pneus: 123,00€
  • Combustível: 383,24€
Total da despesa: 882,09€ (0,07€/km)

Comparando com o ano anterior, a despesa total com a PCX quase caiu para metade, também com a influência de uma menor distância percorrida (menos três mil quilómetros).
Há, no entanto, duas observações relevantes a fazer. A primeira prende-se com o custo por quilómetro da PCX quando comparada com o Corolla, os valores são bastante próximos, a segunda é o facto da despesa de manutenção (revisões, selo, seguro...) ser muito superior à despesa em combustível, esta última, não chega a ser sequer metade do valor total da despesa.

07/12/2014

Last Ride of 2014

Bom dia!
Sim, pode parecer demasiado cedo para já estar a falar num último passeio do ano, afinal de contas ainda agora está a terminar a primeira semana de Dezembro, mas é o que dá ter uma ocupação com horários diferentes do comum... este pode mesmo ser o último passeio de 2014.
Lançado o repto a meio da semana para um passeio em conjunto até à praia de Odeceixe, combinado de véspera que foi o ponto de encontro para o café matinal e condições de almoço no destino, ao acordar tivemos direito a um bonito dia de céu limpo, assim a atirar para o fresquinho, para um passeio seco, e fresco, tudo a postos e lá partimos em direcção a Marateca, junto a Águas de Moura, o ponto de encontro.
A Mónica em primeiro plano, uma Norge da Moto Guzzi.
Chegámos à estação de serviço de Marateca no IC1/N5 pouco depois das 9 horas, onde o jovem do estabelecimento aqui ao lado esperava por nós, ao sol, enquanto via a geada derreter das ervas (já tinha feito referência à frescura do dia, não?), a Bufas já estava de barriga cheia  bebemos o café e partimos IC1 fora até Grândola, onde rumámos em direcção ao mar pela N261 (mas quantas variantes tem esta nacional?) até visitarmos Sines, seguiu-se Porto Covo e depois Vila Nova de Milfontes (com direito a geocaching) antes de chegarmos a Zambujeira do Mar onde eventualmente acabámos por almoçar... não que estivéssemos perdidos (um homem só está perdido quando fica sem combustível!) não que estivéssemos com fome ou por ser tarde, mas porque ao ritmo a que íamos (e o que as estradas permitiam) acabariam por tornar o almoço numa espécie de lanche tardio... ou talvez mais a atirar para um jantar, vá! Isto foi consequência de tentar traçar uma rota o mais próximo do Atlântico possível, a vista é mais aprazível, mas há demasiadas paragens para poder ver as vistas.
Vila Nova de Milfontes... lá ao fundo!
Zambujeira do Mar, ponto de almoço.
Tanta mala e um farnel tão pequeno?
O regresso foi feito ligeiramente mais pelo interior e também mais depressa (inicialmente), recorrendo à N120 desde Odemira até perto de Grândola onde o IC1 nos levou já m-u-i-t-o l-e-n-t-a-m-e-n-t-e até  Ameiras de Baixo e à sua estação de serviço, onde uma muito seca (até ao âmago mais profundo do tutano) Norge se recompôs e pode seguir até ao fim da viagem de regresso à estação de serviço que nos serviu de ponto de partida deste passeio, a partir de onde tomaríamos a destinos diferentes... foto para a posterioridade... e rumo a casa que já começava a ficar fresco outra vez, ou antes, começava a ficar mais fresco, entrámos em Lisboa pela ponte mais a sul e pouco depois estávamos em casa... 435km depois.
Bom... na pior das hipóteses, para o ano há mais!
Para a próxima temos que meter mais tempo no temporizador!