26/04/2014

De Monsanto a Monsanto

A ligação de Monsanto (parque florestal em Lisboa) até à Aldeia de Monsanto em Idanha-a-Nova havia sido pensada há algumas semanas aproveitando a Primavera e servindo de primeiro teste para o mês de Julho deste ano (no qual o destino será Haarlem na Holanda).
Paragem junto à barragem do Fratel.
Apesar do arranque ter sido de Monsanto (em Lisboa) com um dia que mais parecia um princípio de Inverno, o encontro da caravana foi perto de Coruche, marcado para as 10h... como seria de esperar, arrancámos já depois da hora com o dia ainda completamente cinzento e com a chuva a dar sinais claros de que queria participar na viagem.
Arranque pela N251 em direcção a Couço, localidade onde rumaríamos  direcção de Montargil onde entraríamos então na N2 com destino a Ponte de Sôr onde acabámos por fazer a primeira paragem, sempre na dúvida se a chuva se manteria ou se o equipamento de Verão seria de aguentar o resto da viagem. Café e... vamos embora arriscando no equipamento para tempo seco, seguindo pela N244 em direcção a Gavião, saindo para a N118 em direcção ao IP2 parando na fronteira natural entre os concelhos de Castelo Branco e Portalegre, na barragem do Fratel. A paragem seguinte seria para almoçar em Castelo Branco e para umas compras de conveniência... combustível.
De barriga composta, partimos com destino a Penamacor pela N233 onde tomámos a R346 a fim de chegarmos ao Parque de Campismo do Freixial, onde montaríamos as tendas para passar a noite (com posterior tratamento das usuais papeladas), seguindo-se uma breve viagem até à Aldeia de Monsanto e as suas peculiares casas, subindo ainda ao castelo para apreciar a espectacular vista de um dia de Primavera que finalmente se revelou.

Castelo de Monsanto
Jantar em Penha de Garcia no restaurante "O Raiano", foi o único que vimos aberto e não desiludiu, muito antes pelo contrário... problemática foi a questão da escolha dos pratos visto que, havia "veado" na ementa.
Regresso ao campismo para pernoita sem direito a pequeno-almoço (o quiosque que fazia as vezes do
café estava, infelizmente fechado devido a mudança de gestão, abrindo no próximo mês segundo nos foi dito na recepção).
Panorâmica da aldeia de Monsanto...

Trajecto do primeiro dia:

17/04/2014

Test ride: 2014 Honda PCX 125

Fica aqui, antes de mais nada, o vídeo do walk around à PCX da Honda na versão de 2014.



Sem romper completamente com a versão anterior da PCX, a nova versão de 2014 é, segundo a Honda, redesenhada de raiz tendo em atenção aos pormenores que originaram queixas dos proprietários, como a falta de relógio, a forma do banco ou o facto do banco não se segurar numa posição elevada. A estes pormenores, a Honda aumentou a capacidade o porta-objectos, acrescentou uma tomada de 12V, faróis LED e um depósito com capacidade total de oito litros (mais dois que a versão anterior).
Se parada, apesar das diferenças, a silhueta é facilmente identificável como sendo a de uma PCX, em andamento, as características básicas (leveza, mobilidade e agilidade) mantém-se inalteradas, sendo que a única diferença efectiva é na posição de condução, com uma posição de pernas ligeiramente menos flectidas do que no modelo anterior.





Esperemos também que, ao contrário do modelo anterior, a ferrugem não seja um elemento tão presente na pequena PCX.

16/04/2014

Macacadas!

Ao dar banho à CBF dei conta de uma ligeira folga na carenagem direita, que deveria ter origem num parafuso de fixação da mesma, localizado debaixo do farol. Como estas coisas são de me fazer comichão (fiquei a pensar cobras e lagartos de quem tinha feito manutenção à mota) decidi ver o que estava errado.
Afinal não era um parafuso mal apertado numa manutenção qualquer e sim uma enorme borrada feita na montagem da mota.
Acontece que, o suporte metálico que serve fixação da respectiva carenagem está soldado numa posição errada, ligeiramente mais levantado do que o do lado contrário, fazendo com que seja impossível o parafuso passar no furo que se pode ver na foto. Há também ferrugem na zona onde a chapa foi soldada ao tubo, o que me leva a crer que, após terem sido soldadas, as peças tenham mudado de posição ficando a chapa de topo fora da posição. 
Dada a impossibilidade de deformar o apoio (acreditem que tentei), optei por fazer um novo furo numa posição mais próxima o possível da necessária para que o parafuso cumprisse a função de fixação da carenagem, o que não foi de todo satisfatório visto ser apenas uma forma de "disfarçar" a coisa e evitar o barulho originado pela folga que havia na carenagem por falta de correcta fixação.

12/04/2014

O chiar da caixa de velocidades

Mais notório ao engrenar a quinta velocidade, ouvia-se um ténue chiar que aparentava ter origem do compartimento do motor. 
Após uma avaliação mais atenta, constatou-se que este ruído tinha origem no actuador da caixa de velocidades e, numa visita ao mecânico, o problema revelou ser de simples resolução. A causa era, sujidade e falta de lubrificação do actuador.
Removendo a caixa do filtro do ar para facilitar o acesso, foi limpo e lubrificado o actuador (lubrificado com massa de cobre) tendo o problema ficado resolvido numa questão de minutos.
Esta manutenção foi realizada aos 170851km.
Panorâmica da localização do actuador
Aproximação à causa do barulho
Caixa do filtro do ar removida para melhorar o acesso
Limpo e lubrificado

09/04/2014

Motorclássico na FIL

Exposição, venda, venda de peças e até leilão de veículos, foi o que houve na Feira Internacional de Lisboa de dia 4 a 6 de Abril, tal como na edição do ano passado, mas desta vez com uma área maior dedicada às duas (e três) rodas.
Seguem as fotos de alguns dos presentes deste ano:
































24/03/2014

Iguarias de Portugal: Maranho

Aproveitando um domingo meio nublado encurralado entre dias de chuva, decidimos matar saudades de uma iguaria regional, o maranho, e para tal, montámo-nos na CBF e arrancámos em direcção a Pedrogão Grande, mais concretamente, ao restaurante Lago Verde, junto à barragem do Cabril, com vista panorâmica sobre a albufeira.
A ida foi por AE, por uma questão de duração da viagem, na qual efectuámos duas paragens, a primeira na estação de serviço de Santarém, para esticar as pernas, e a segunda já na Sertã para abastecer e tomar um café ao sol que, por fim, perdia a vergonha e dava um verdadeiro ar de Primavera ao domingo.
Arrancámos da Sertã em direcção ao restaurante passando por Pedrogão Pequeno o que nos permitia passar com o motor a ronronar pela barragem e ver uma albufeira enorme fruto do Inverno rigoroso, não me lembro de ver uma cota tão elevada antes... se calhar porque, geralmente, só cá vinha mesmo nas férias de Verão.
Com direito a mesa junto à janela para melhor admirar as vistas... lá satisfizemos os desejos.
À esquerda a barragem do Cabril, à direita a albufeira da barragem de Castelo de Bode junto a Vila Nova.
Barrigas devidamente tratadas com uma sopa de peixe, os maranhos e recomendável sobremesa, seguiram-se fotos para a posterioridade, cenas e tal, lá decidimos rumar à cidade dos templários, parando em Vila Nova junto à albufeira da barragem de Castelo de Bode, antes de chegar à igreja de Sta. Maria dos Olivais já em Tomar para uns minutos de relaxe ao sol  antes de seguir em direcção ao jardim das portas do sol em Santarém, que já pouco fazia jus ao nome, dado o horário tardio de chegada, no entanto, ainda havia sol suficiente para deitar um olhar e apreciar as vistas sobre as terras Além Tejo.


A partir de Santarém o destino era "A casa", onde chegámos cerca de 10 horas e 500 quilómetros depois da partida, crivados de mosquitos, já cansados, mas muito satisfeitos com este primeiro passeio mais longo, a dois, de moto.
O primeiro grande passeio a dois... ou antes, a três.