10/11/2014

Dunlop Sport BluResponse

Sempre na medida original (195/60R15), os novos BluResponse vieram substituir o primeiro par de Yokohama C.drive 2 que havia adquirido para o Corolla há pouco mais de 60 mil quilómetros, destes, 41 mil foram feitos no eixo dianteiro.
A escolha dos Dunlop foi apenas por querer verificar/experimentar o anunciado pela marca para este modelo de pneu, classe A na performance em piso molhado e classe B na economia de combustível, o que, quando comparados com os Yokohama de classe C e F respectivamente deverá ser uma diferença bem notória. No ruído a vantagem também é clara para a nova aquisição, já no parâmetro do desgaste, as comparações que encontrei colocavam ambos a um nível muito próximo.
Como de costume, os pneus novos ficaram a rolar no eixo traseiro, passando os já rodados para o eixo dianteiro, a fim de maximizar a aderência em piso molhado.
Aos 179367km um par de pneus, com montagem e substituição das válvulas, alinhamento da direcção e equilíbrio das quatro rodas, totalizou 199.75€
Para quem quiser ter uma ideia da potencial redução no consumo (e, por consequência, na despesa) ao optar por escolher pneus com índice energético superior da etiqueta de pneus da UE, pode utilizar a calculadora disponível.

E soou o aviso da comutação automática

Após já ter feito dois anos e ter percorrido mais de 50 mil quilómetros, eis que foi novamente realizada uma tentativa para resolver o "problema" do sistema de GPL não comutar para gasolina quando acabava o gás.
Há que dizer em abono da verdade que, esta situação não ficou resolvida mais cedo, não por falta de vontade do instalador, a Front Fuels, e sim por uma sequência de avanços e recuos nas marcações das visitas, maus timings e incompatibilidades de horários de ambas as partes, juntos com o facto de não ser nada realmente problemático, a ponto de só agora ter ficado resolvido.
Sim, de facto ficou resolvido com uma nova actualização de software ficando o sistema a funcionar devidamente. Agora, com um aviso sonoro e um piscar do último led do comutador, avisa que o GPL no depósito já não chega para manter o motor a funcionar, passando a consumir gasolina de forma imperceptível no que toca ao comportamento do quatro cilindros.

Após instalação da nova programação na unidade de comando do sistema LPi, o motor parecia ter um funcionar mais suave do que nos últimos meses, o que, aparentemente, não será apenas uma impressão minha e sim fruto da actualização.

06/11/2014

178947

A este número aparentemente aleatório do conta-quilómetros corresponde o total de 50 mil quilómetros percorridos usando GPL como combustível.
Apesar da distância já começar a ser considerável, até como demonstração da fiabilidade do sistema LPi da Vialle, o valor da instalação ainda não está "recuperado", fruto dos consumos algo contidos do motor do Corolla (7.75l/100km), o que será consumado em cerca de mais 4066km. 
Em breve (mais 4 mil quilómetros) será altura de nova revisão, na qual será medida a folga das válvulas, avaliando então a eficácia do sistema de injecção líquida, em conjunto com a "lubrificação de válvulas" por injecção de gasolina, no que toca ao evitar o desgaste prematuro das válvulas e das suas sedes.

26/10/2014

Curvas do Bombarral

Com tanta conversa que já haviam feito em torno das "curvas do Bombarral" que acabámos por aproveitar um domingo de bom tempo para ir ver como era a realidade. 
Capela de S. António em Pragança
A primeira parte do passeio passou pela já conhecida marginal, seguida das vias rápidas que nos levaram até Loures... e aqui começamos a ir (mais ou menos) à descoberta, seguindo pela N115 até Sobral de Monte Agraço, entrando na N248 em direcção a Torres Vedras onde tomámos a... N8, a nacional número oito, a tal que apareceu numa reportagem publicada na Motociclismo e sobejamente documentada em vídeos disponíveis na rede. 
Foi a primeira vez que lá fui, em duas rodas, mas, não sendo um exímio motociclista (muito longe disso), soube-me a pouco. Descrever curvas em velocidade, gera um indeterminado nível de calafrio ao preparar a curva, durante a entrada da curva e até a altura em que se começa a abrir o acelerador, as curvas da N8 primam por ser longas e rápidas (eu não as faço "rápidas", quanto muito "médias") e também facilmente encadeáveis, numa mota como a CBF (neutra e adequada para principiantes), pouco mais é que "um dia normal no escritório" em vez de "uma descida da montanha russa" (N112).


Vista sobre Pragança
O Bombarral ficou para trás e acabámos por só parar em Óbidos para beber café e pensar no que seria feito do resto do dia... a minha querida pendura tem uma predilecção por estradas secundárias (vulgo caminhos de cabras) o que, inclusivamente de carro, já nos deu origem a um sem número de situações apertadas (não se sobe um monte por uma pista lavrada quando se anda com um carro rasteiro, pois não?)... ela escolheu um percurso que nos levaria à Serra de Montejunto... pela N115, menos mal, seguiu-se a subida à serra, com paragem em Pragança para almoçar (n'O Garcia da Serra), e descida até Vila Verde dos Francos onde apanhámos a N1 em rumo lento de volta a casa.



20/09/2014

Um ano de Honda CBF

Em 365 dias...
 
... 855 litros de combustível; 
... quase 19 mil quilómetros;
... um par de pneus;
... muita chuva;
... ainda mais sol;
... bastante vento; 
... um número determinado de novos amigos;
... um desafio;
... uma pendura destemida;
... oito países;

Circular em estrada:
As férias foram de CBF, percorremos 7059km em oito países e nem óleo de motor foi preciso levar na bagagem, ter um motor de CBR com um curso de "boas maneiras" ajuda bastante a não ter problemas.
A condução pode ser menos emocionante fruto do facto da CBF ser uma mota muito dócil e informativa, torna-se ideal para principiantes mas perde um pouco na emoção. O conforto pode ser melhorado com um banco aftermarkt e a protecção aerodinâmica atinge um nível bastante bom com um vidro mais alto 12cm, o resto são necessidades de bagagem, apesar de não ser talhada para turismo, não se nega a tiradas na casa dos 700km num dia com paragens para esticar as pernas e/ou abastecer.

Circular em cidade:
O maior ponto negativo da CBF revela-se em cidade a passar por entre os carros parados no trânsito ou em manobras para estacionar, o peso, nada que o tempo e a habituação à máquina não resolvam, mas isto ajuda à probabilidade da gravidade vencer (como chegou a acontecer).
Novamente faço referência ao motor, o quatro cilindros é dócil e fácil de dosear facilitando muito o furar o trânsito.

Parada em qualquer lado (parque de estacionamento, posto de abastecimento... ):
Não sendo uma mota vistosa, fui algumas vezes abordado com perguntas sobre a CBF (desde a origem do motor até à idade do modelo), tendo o caso mais curioso acontecido na Alemanha, onde um motociclista com uma CB1300 acabou por ter estado uma boa meia hora à conversa sobre a CBF.

Porque diabo não fiz isto de ter mota mais cedo?

10/09/2014

Pneus para a Honda PCX

Visto que este mês de Setembro se tem mantido fiel ao restante Verão atípico, a substituição dos IRC que equipavam a PCX de origem foi antecipada, tendo a escolha dos novos pneus recaído sobre os Dunlop Scootsmart.
Apesar do velho IRC dianteiro ainda ter rasto legal, estava já bastante ressequido, optou-se por não correr riscos e foram ambos substituídos. As primeiras impressões sobre os novos Scootsmart são bastante positivas em particular no que toca às marcações em tinta no pavimento, onde a capacidade de aderência dos novos pneus se torna mais evidente.
Os IRC percorreram 22898km, distância na qual houve até uma queda em que, ao contrário do que é usual fazer-se quando se tem pneus desta marca, não pode ser imputada responsabilidade à qualidade dos pneus.
Tal como já havia sido feito anteriormente, recorremos aos serviços da Motocenter, tendo desta vez até usufruído do serviço Pick My Moto no qual vão buscar a mota a local a designar, procedem à intervenção e voltam a trazer a mota ao mesmo local... perfeito! 
O preço dos Dunlop Scootsmart, montados e equilibrados, com substituição das válvulas e o serviço Pick My Moto totalizaram 123€.

25/07/2014

Honda CBF600SA: revisão dos 30 mil quilómetros

Chegada do passeio até à Holanda, que totalizou 7059km, a CBF tinha que ir de novo à revisão... contando quase 8500km desde a última (cerca de 2500km para além do intervalo programado).
Realizada na Linhaway, a manutenção programada contemplava apenas a mudança de óleo. Para além disso foram também removida alguma ferrugem que apareceu no suporte das carnagens e na protecção de motor direita (estava arranhada por causa de um percalço) e, o mais importante e doloroso, foi substituído o kit de transmissão que depois da afinação a meio da viagem já estava na zona vermelha da marcação.
A substituição do kit de transmissão não foi sem confusão, pois há versões da CBF que podem montar o kit da Hornet, que varia no número de dentes (um a mais ou a menos, fiquei sem saber) e varia (muito) no preço... não é o caso da minha, o que deveria fazer com que ficasse sem mota até terça-feira, o que eventualmente acabou por não acontecer tendo a mota sido entregue no mesmo dia visto haver um kit de transmissão disponível na Linhaway.
A intervenção foi feita aos 32799km com o valor total de 351.93€... é bom que aprenda, e depressa, a poupar a corrente, que isto é um valor que aleija bem a carteira!