22/02/2015

De Corolla há 4 anos

Conta-quilómetros a marcar 184375km, dos quais 78199 percorridos nos últimos quatro anos.

Continua a fazer justiça à fama da marca, sem dar dores de cabeça e limitando as despesas apenas a material de desgaste e, mesmo esse, tem-se revelado bastante durável (como no caso das pastilhas de travão).

Em breve, visto o mês de matrícula ser Março, chega a época das despesas (IUC e IPO) e, por coincidência, será também a altura da recuperação do valor da instalação do sistema de GPL.

03/02/2015

Revisão ao Toyota Corolla: 183 mil quilómetros

Desta vez, por motivos de saúde dentária, não há fotos da intervenção realizada ao Corolla por ter sido realizada exclusivamente pelo mecânico.
Há, ainda assim, registo desta revisão aos 183369km onde, para além da mudança do óleo e dos filtros do óleo, do ar e do habitáculo tal como indica o plano de manutenção oficial da marca, foi ainda substituída a correia dos acessórios (que ainda não havia sido substituída desde a aquisição) e das pastilhas de travão dianteiras (também a primeira substituição em minha posse), tendo conhecimento que estas foram substituídas, pela última vez, na revisão dos 90 mil quilómetros, estas sobreviveram mais de metade da distância percorrida pelo Corolla (chegaram aos 93 mil quilómetros).
Houve ainda necessidade de lubrificar, novamente, a bomba secundária da embraiagem pois já começava a fazer ruído quando se retirava o pé do pedal da embraiagem. Será uma peça a substituir em conjunto com a embraiagem... espero que daí a uns largos anos/quilómetros.

Ficou para breve a derradeira medição da folga das válvulas por falta do tempo necessário ao arrefecimento do motor para que se possa aferir correctamente o valor e comparar com a última medição efectuada.
A despesa da revisão totalizou, em material, 71.04€ sendo o material instalado da marca Blue Print (marca do grupo Febi Bilstein).

31/12/2014

Análise de custos 2014

Percorridos em 2014 com a CBF cerca de 18600km.

Despesas
  • Revisões: 539,96€
  • IUC: 56,40€
  • Seguro: 103,77€
  • Lubrificação da corrente: 31,79€
  • Pneus: 284,00€
  • Acessórios: 555,00€
  • Combustível: 1295,63€
Total da despesa: 2866,55€ (0,16€/km)

Primeiro ano completo e já supera o automóvel na distância anual percorrida.
O custo por quilómetro da CBF é o mais elevado dos três apresentados, o que é consequência das despesas adicionais na aquisição de equipamento necessário para o passeio de férias deste ano, não contabilizando esse valor, o custo por quilómetro ter-se-ia cifrado nos 13 cêntimos (ainda assim superior aos restantes).

Percorridos ao volante do Corolla em 2014 foram cerca de 16000km

Despesas:
  • Revisões: 47,68€
  • IPO: 30,54€
  • IUC: 55,31€
  • Seguro: 147,84€
  • Alinhamento de direcção e pneus: 199,75€
  • Combustível (GPL e gasolina): 950,98€ (dos quais 106,45€ em gasolina)
Total da despesa: 1432,10€ (0,09€/km)

A despesa por quilómetro subiu marginalmente, mais um cêntimo, quando comparada com o ano anterior, isto não é devido ao novo imposto aplicado ao GPL, é consequência de terem sido percorridos menos quilómetros este ano com o Corolla, pois o referido aumento acabou por ser absorvido ao longo do ano pela descida do preço dos combustíveis no geral.
Circulando a gasolina, a despesa em combustível teria sido 500 euros superior, chegando aos 1474,14€.

Percorridos em 2014 com a PCX foram 12000km.

Despesas
  • Revisões: 276,18€
  • IUC: 5,49€
  • Seguro: 99,67€
  • Pneus: 123,00€
  • Combustível: 383,24€
Total da despesa: 882,09€ (0,07€/km)

Comparando com o ano anterior, a despesa total com a PCX quase caiu para metade, também com a influência de uma menor distância percorrida (menos três mil quilómetros).
Há, no entanto, duas observações relevantes a fazer. A primeira prende-se com o custo por quilómetro da PCX quando comparada com o Corolla, os valores são bastante próximos, a segunda é o facto da despesa de manutenção (revisões, selo, seguro...) ser muito superior à despesa em combustível, esta última, não chega a ser sequer metade do valor total da despesa.

07/12/2014

Last Ride of 2014

Bom dia!
Sim, pode parecer demasiado cedo para já estar a falar num último passeio do ano, afinal de contas ainda agora está a terminar a primeira semana de Dezembro, mas é o que dá ter uma ocupação com horários diferentes do comum... este pode mesmo ser o último passeio de 2014.
Lançado o repto a meio da semana para um passeio em conjunto até à praia de Odeceixe, combinado de véspera que foi o ponto de encontro para o café matinal e condições de almoço no destino, ao acordar tivemos direito a um bonito dia de céu limpo, assim a atirar para o fresquinho, para um passeio seco, e fresco, tudo a postos e lá partimos em direcção a Marateca, junto a Águas de Moura, o ponto de encontro.
A Mónica em primeiro plano, uma Norge da Moto Guzzi.
Chegámos à estação de serviço de Marateca no IC1/N5 pouco depois das 9 horas, onde o jovem do estabelecimento aqui ao lado esperava por nós, ao sol, enquanto via a geada derreter das ervas (já tinha feito referência à frescura do dia, não?), a Bufas já estava de barriga cheia  bebemos o café e partimos IC1 fora até Grândola, onde rumámos em direcção ao mar pela N261 (mas quantas variantes tem esta nacional?) até visitarmos Sines, seguiu-se Porto Covo e depois Vila Nova de Milfontes (com direito a geocaching) antes de chegarmos a Zambujeira do Mar onde eventualmente acabámos por almoçar... não que estivéssemos perdidos (um homem só está perdido quando fica sem combustível!) não que estivéssemos com fome ou por ser tarde, mas porque ao ritmo a que íamos (e o que as estradas permitiam) acabariam por tornar o almoço numa espécie de lanche tardio... ou talvez mais a atirar para um jantar, vá! Isto foi consequência de tentar traçar uma rota o mais próximo do Atlântico possível, a vista é mais aprazível, mas há demasiadas paragens para poder ver as vistas.
Vila Nova de Milfontes... lá ao fundo!
Zambujeira do Mar, ponto de almoço.
Tanta mala e um farnel tão pequeno?
O regresso foi feito ligeiramente mais pelo interior e também mais depressa (inicialmente), recorrendo à N120 desde Odemira até perto de Grândola onde o IC1 nos levou já m-u-i-t-o l-e-n-t-a-m-e-n-t-e até  Ameiras de Baixo e à sua estação de serviço, onde uma muito seca (até ao âmago mais profundo do tutano) Norge se recompôs e pode seguir até ao fim da viagem de regresso à estação de serviço que nos serviu de ponto de partida deste passeio, a partir de onde tomaríamos a destinos diferentes... foto para a posterioridade... e rumo a casa que já começava a ficar fresco outra vez, ou antes, começava a ficar mais fresco, entrámos em Lisboa pela ponte mais a sul e pouco depois estávamos em casa... 435km depois.
Bom... na pior das hipóteses, para o ano há mais!
Para a próxima temos que meter mais tempo no temporizador!

20/11/2014

Revisão dos 24000km da Honda PCX

Com o conta-quilómetros já a marcar contabilizar 25082km a pequena PCX voltou à oficina do representante Linhaway para fazer a primeira das "grandes revisões" (grande na factura, entendasse) nas quais é efectuada a substituição da correia do variador.
Para além da já referida correia e da natural mudança de óleo, foram ainda substituídas as cunhas deslizantes (conjunto de três, identificadas na imagem) por já se encontrarem desgastadas, o filtro do ar, a vela e a lâmpada da matrícula que estava fundida, foram também acrescentados 200ml de anti-congelante ao circuito de refrigeração, o que totalizou uma valor de 178.76€ para esta intervenção (com duas horas de mão-de-obra cobradas).
Os roletes ainda não foram substituídos desta vez por ainda estarem em condições para cumprir a sua função, a verificação é feita de 12 em 12 mil quilómetros o que adia a substituição dos mesmos para a intervenção dos 36 mil (ao ritmo actual... para o ano por esta altura).
E está assim a PCX pronta para fazer frente às agruras do Inverno que parece que finalmente chegou... à ida e ao regresso da revisão, as semelhanças com uma moto d'água saltavam à vista.

10/11/2014

Dunlop Sport BluResponse

Sempre na medida original (195/60R15), os novos BluResponse vieram substituir o primeiro par de Yokohama C.drive 2 que havia adquirido para o Corolla há pouco mais de 60 mil quilómetros, destes, 41 mil foram feitos no eixo dianteiro.
A escolha dos Dunlop foi apenas por querer verificar/experimentar o anunciado pela marca para este modelo de pneu, classe A na performance em piso molhado e classe B na economia de combustível, o que, quando comparados com os Yokohama de classe C e F respectivamente deverá ser uma diferença bem notória. No ruído a vantagem também é clara para a nova aquisição, já no parâmetro do desgaste, as comparações que encontrei colocavam ambos a um nível muito próximo.
Como de costume, os pneus novos ficaram a rolar no eixo traseiro, passando os já rodados para o eixo dianteiro, a fim de maximizar a aderência em piso molhado.
Aos 179367km um par de pneus, com montagem e substituição das válvulas, alinhamento da direcção e equilíbrio das quatro rodas, totalizou 199.75€
Para quem quiser ter uma ideia da potencial redução no consumo (e, por consequência, na despesa) ao optar por escolher pneus com índice energético superior da etiqueta de pneus da UE, pode utilizar a calculadora disponível.

E soou o aviso da comutação automática

Após já ter feito dois anos e ter percorrido mais de 50 mil quilómetros, eis que foi novamente realizada uma tentativa para resolver o "problema" do sistema de GPL não comutar para gasolina quando acabava o gás.
Há que dizer em abono da verdade que, esta situação não ficou resolvida mais cedo, não por falta de vontade do instalador, a Front Fuels, e sim por uma sequência de avanços e recuos nas marcações das visitas, maus timings e incompatibilidades de horários de ambas as partes, juntos com o facto de não ser nada realmente problemático, a ponto de só agora ter ficado resolvido.
Sim, de facto ficou resolvido com uma nova actualização de software ficando o sistema a funcionar devidamente. Agora, com um aviso sonoro e um piscar do último led do comutador, avisa que o GPL no depósito já não chega para manter o motor a funcionar, passando a consumir gasolina de forma imperceptível no que toca ao comportamento do quatro cilindros.

Após instalação da nova programação na unidade de comando do sistema LPi, o motor parecia ter um funcionar mais suave do que nos últimos meses, o que, aparentemente, não será apenas uma impressão minha e sim fruto da actualização.