10/04/2015

Instalação de tomada de 12V numa Honda Deauville

Bricolage a pedido!
O proprietário da Deauville, rapaz dado ao passeio, queria instalar uma tomada de 12V que ficasse escondida dentro de uma das arrumações da mota.

Arrumação esquerda, já sem a tampa nem os plásticos adjacentes.

As ferramentas usadas foram uma broca e uma fresa, a primeira apenas para dar espaço para a fresa entrar e recortar a circunferência onde ficaria a tomada de corrente.
Escolhido o local mais adequado e feita a marcação para o corte... e entrou ao serviço a máquina (berbequim da dremel).
Marcação...
Depois de afinar o corte à forma ligeiramente oval da tomada...
Encaixe perfeito!
Depois do corte, veio a costura. Escolher o melhor local para colocação do fusível, soldar os cabos aos terminais, cobrir com manga retráctil para isolar das humidades e... voltar a colocar os plásticos todos no sítio para a "rapariga" não ter frio no esqueleto.

Ainda faltavam "alguns" parafusos.
A tomada foi montada na parte mais dianteira do espaço de arrumação porque, a montar para trás (no local onde inclusivamente estava marcado), esta tomada acabaria por não caber, daí a opção tomada em  colocar nesta posição "menos favorável" pois as ligações ficam mais expostas (não directamente, mas, ainda assim, ficam expostas) às condições atmosféricas, e de estrada, pela entrada de ar da carnagem.
Para resolver esse problema, foi colocado um dedo de luva (de borracha) fixo por duas braçadeiras de fita plásticas de maneira a evitar a entrada das humidades.
O resultado pode não ser o mais elegante devido às cores disponíveis (aí a culpa já é dos fabricantes das luvas por não terem mente aberta) mas a eficiência do isolamento é indiscutível!
Agora, falta só acabar de apertar o resto dos parafusos e partir para experimentar na estrada numa viagem para um destino qualquer quando chegarem as férias... ou num fim-de-semana prolongado... o que vier primeiro!

07/04/2015

A chave de ignição suplente

Tive necessidade de uma maior capacidade de volume de carga, o que me levou a alugar um furgão. Fui até uma firma de aluguer de viaturas, deixei lá o "esquentador" e fui à minha vida com uma Traffic da Renault (que me surpreendeu pelos consumos bastante bons) que se assemelhava, pela cor e pela forma, a um frigorífico.
Ao fim do dia, e aqui começa a história realmente, dei conta de não ter a chave do Corolla comigo, estava a uns bons 30 quilómetros (para cada lado) e, como estava perto do ponto de entrega do furgão, optei por levar a suplente que estava mesmo à mão e evitava uma despesa maior em gasóleo por essa deslocação extra. 
Entregue o furgão, meto-me dentro do carro, dou à chave... e dou novamente à chave com maior insistência e... mandou-me ir a pé! O motor recusou-se a pegar e a indicação do imobilizador na consola central nunca deixou de piscar. Tinha um carro, tinha uma chave desse carro, mas a electrónica (francesa, da Valeo) decidiu unilateralmente que o que eu tinha mesmo era um pisa-papéis... lá tive que pedir uma boleia para ir buscar a chave do dia-a-dia e rezar para que o problema fosse da chave e não da ignição. O problema era mesmo da chave.
Isto levou a uma despesa suplementar de 32.35€, que foi o valor cobrado pela (re)codificação da chave e substituição da pilha no representante (Melisauto).

27/03/2015

Honda PCX 125: revisão dos 28000km

A maratonista diária voltou a visitar o representante da Honda, a Linhaway, para mova intervenção de rotina, desta feita aos 29151km.
Depois da intervenção anterior, em que o valor foi (bem) mais elevado, desta vez os trabalhos foram apenas... a mudança do óleo do motor e tratamento da panela de escape por apresentar alguma oxidação. 
Três quartos de hora de mão-de-obra e 0.8 litros de óleo depois, que totalizaram um valor de 42.50€, a PCX estava de volta à acção diária de fuga ao trânsito e redução da despesa de combustível.

28/02/2015

Medição da folga das válvulas: take III

Percorridos que estavam os quilómetros necessários à amortização e como, na última revisão, não foi possível medir as folgas das válvulas, hoje lá foi o Corolla de manhã arrefecer para a sala de estar da oficina.
Com um total de 55400km percorridos a GPL e 44320km depois da última medição, as folgas actuais medidas ao fim de três horas de repouso/arrefecimento foram:

- válvulas de admissão: 0.15 a 0.25mm, valor medido 0.25mm
- válvulas de escape: 0.25 a 0.35mm, valor medido 0.30mm
A palheta de 0.25mm nas folgas da admissão, passava muito justa (com bastante dificuldade mesmo), já a de 0.35 no escape não passava (valor registado anteriormente) ficando a 0.30 bem mais folgada do que a 0.25 ficava nas de admissão.
Todas as folgas das oito válvulas de escape/admissão estão idênticas, não havendo valores dispares entre válvulas com a mesma função.
Daqui por mais 50 mil quilómetros serão verificadas as folgas novamente... com substituição da junta da tampa das válvulas (está a deixar fugir um pouco de óleo junto à vela do segundo cilindro).

23/02/2015

Amortizado

Após percorrer 55358km ao longo dos dois anos, sete meses e dezassete dias que se seguiram à instalação do sistema de GPL... o Corolla chegou ao ponto em que, o valor acumulado da poupança em combustível suplantou o valor despendido na conversão (2337€).

Mesmo com os consumos na casa dos 7.77 litros para cada 100km o que representa um aumento da ordem dos 24.1%, quando comparado com o consumo registado no computador de bordo, a redução na despesa do combustível atingiu os 43.8%.

22/02/2015

De Corolla há 4 anos

Conta-quilómetros a marcar 184375km, dos quais 78199 percorridos nos últimos quatro anos.

Continua a fazer justiça à fama da marca, sem dar dores de cabeça e limitando as despesas apenas a material de desgaste e, mesmo esse, tem-se revelado bastante durável (como no caso das pastilhas de travão).

Em breve, visto o mês de matrícula ser Março, chega a época das despesas (IUC e IPO) e, por coincidência, será também a altura da recuperação do valor da instalação do sistema de GPL.

03/02/2015

Revisão ao Toyota Corolla: 183 mil quilómetros

Desta vez, por motivos de saúde dentária, não há fotos da intervenção realizada ao Corolla por ter sido realizada exclusivamente pelo mecânico.
Há, ainda assim, registo desta revisão aos 183369km onde, para além da mudança do óleo e dos filtros do óleo, do ar e do habitáculo tal como indica o plano de manutenção oficial da marca, foi ainda substituída a correia dos acessórios (que ainda não havia sido substituída desde a aquisição) e das pastilhas de travão dianteiras (também a primeira substituição em minha posse), tendo conhecimento que estas foram substituídas, pela última vez, na revisão dos 90 mil quilómetros, estas sobreviveram mais de metade da distância percorrida pelo Corolla (chegaram aos 93 mil quilómetros).
Houve ainda necessidade de lubrificar, novamente, a bomba secundária da embraiagem pois já começava a fazer ruído quando se retirava o pé do pedal da embraiagem. Será uma peça a substituir em conjunto com a embraiagem... espero que daí a uns largos anos/quilómetros.

Ficou para breve a derradeira medição da folga das válvulas por falta do tempo necessário ao arrefecimento do motor para que se possa aferir correctamente o valor e comparar com a última medição efectuada.
A despesa da revisão totalizou, em material, 71.04€ sendo o material instalado da marca Blue Print (marca do grupo Febi Bilstein).