26/04/2015

Drive-it Day

O Drive-it Day é um evento de origem inglesa realizado no Domingo do fim-de-semana mais próximo de dia 23 de Abril, dia no qual, no ano de 1900, foi dada a partida em Londres para os 64 automóveis que participavam na "Thousand Mile Trial" (prova de 1000 milhas), prova esta que terminou dia 12 de Maio com a chegada em Londres de 46 dos veículos que a iniciaram... os sobreviventes de uma ida e regresso à Escócia.

Como é comum nestas coisas, estes acontecimentos vão-se tornando conhecidos e a dimensão deixa de ser local e passa a ser "global" (o Museu do Caramulo, por exemplo, juntou-se ao Drive-it Day), sendo possível encontrar várias referências internacionais e nacionais a este evento. 
Pela minha parte, foi só mais uma desculpa, perfeita para Drive-it, Enjoy-it, Wash-it, Park-it... voltar a olhar para trás depois de ter o 320i estacionado faz parte do ritual. 


Se não olhasse para trás... não estaria a conduzir o automóvel certo!

10/04/2015

Instalação de tomada de 12V numa Honda Deauville

Bricolage a pedido!
O proprietário da Deauville, rapaz dado ao passeio, queria instalar uma tomada de 12V que ficasse escondida dentro de uma das arrumações da mota.

Arrumação esquerda, já sem a tampa nem os plásticos adjacentes.

As ferramentas usadas foram uma broca e uma fresa, a primeira apenas para dar espaço para a fresa entrar e recortar a circunferência onde ficaria a tomada de corrente.
Escolhido o local mais adequado e feita a marcação para o corte... e entrou ao serviço a máquina (berbequim da dremel).
Marcação...
Depois de afinar o corte à forma ligeiramente oval da tomada...
Encaixe perfeito!
Depois do corte, veio a costura. Escolher o melhor local para colocação do fusível, soldar os cabos aos terminais, cobrir com manga retráctil para isolar das humidades e... voltar a colocar os plásticos todos no sítio para a "rapariga" não ter frio no esqueleto.

Ainda faltavam "alguns" parafusos.
A tomada foi montada na parte mais dianteira do espaço de arrumação porque, a montar para trás (no local onde inclusivamente estava marcado), esta tomada acabaria por não caber, daí a opção tomada em  colocar nesta posição "menos favorável" pois as ligações ficam mais expostas (não directamente, mas, ainda assim, ficam expostas) às condições atmosféricas, e de estrada, pela entrada de ar da carnagem.
Para resolver esse problema, foi colocado um dedo de luva (de borracha) fixo por duas braçadeiras de fita plásticas de maneira a evitar a entrada das humidades.
O resultado pode não ser o mais elegante devido às cores disponíveis (aí a culpa já é dos fabricantes das luvas por não terem mente aberta) mas a eficiência do isolamento é indiscutível!
Agora, falta só acabar de apertar o resto dos parafusos e partir para experimentar na estrada numa viagem para um destino qualquer quando chegarem as férias... ou num fim-de-semana prolongado... o que vier primeiro!

07/04/2015

A chave de ignição suplente

Tive necessidade de uma maior capacidade de volume de carga, o que me levou a alugar um furgão. Fui até uma firma de aluguer de viaturas, deixei lá o "esquentador" e fui à minha vida com uma Traffic da Renault (que me surpreendeu pelos consumos bastante bons) que se assemelhava, pela cor e pela forma, a um frigorífico.
Ao fim do dia, e aqui começa a história realmente, dei conta de não ter a chave do Corolla comigo, estava a uns bons 30 quilómetros (para cada lado) e, como estava perto do ponto de entrega do furgão, optei por levar a suplente que estava mesmo à mão e evitava uma despesa maior em gasóleo por essa deslocação extra. 
Entregue o furgão, meto-me dentro do carro, dou à chave... e dou novamente à chave com maior insistência e... mandou-me ir a pé! O motor recusou-se a pegar e a indicação do imobilizador na consola central nunca deixou de piscar. Tinha um carro, tinha uma chave desse carro, mas a electrónica (francesa, da Valeo) decidiu unilateralmente que o que eu tinha mesmo era um pisa-papéis... lá tive que pedir uma boleia para ir buscar a chave do dia-a-dia e rezar para que o problema fosse da chave e não da ignição. O problema era mesmo da chave.
Isto levou a uma despesa suplementar de 32.35€, que foi o valor cobrado pela (re)codificação da chave e substituição da pilha no representante (Melisauto).

27/03/2015

Honda PCX 125: revisão dos 28000km

A maratonista diária voltou a visitar o representante da Honda, a Linhaway, para mova intervenção de rotina, desta feita aos 29151km.
Depois da intervenção anterior, em que o valor foi (bem) mais elevado, desta vez os trabalhos foram apenas... a mudança do óleo do motor e tratamento da panela de escape por apresentar alguma oxidação. 
Três quartos de hora de mão-de-obra e 0.8 litros de óleo depois, que totalizaram um valor de 42.50€, a PCX estava de volta à acção diária de fuga ao trânsito e redução da despesa de combustível.

28/02/2015

Medição da folga das válvulas: take III

Percorridos que estavam os quilómetros necessários à amortização e como, na última revisão, não foi possível medir as folgas das válvulas, hoje lá foi o Corolla de manhã arrefecer para a sala de estar da oficina.
Com um total de 55400km percorridos a GPL e 44320km depois da última medição, as folgas actuais medidas ao fim de três horas de repouso/arrefecimento foram:

- válvulas de admissão: 0.15 a 0.25mm, valor medido 0.25mm
- válvulas de escape: 0.25 a 0.35mm, valor medido 0.30mm
A palheta de 0.25mm nas folgas da admissão, passava muito justa (com bastante dificuldade mesmo), já a de 0.35 no escape não passava (valor registado anteriormente) ficando a 0.30 bem mais folgada do que a 0.25 ficava nas de admissão.
Todas as folgas das oito válvulas de escape/admissão estão idênticas, não havendo valores dispares entre válvulas com a mesma função.
Daqui por mais 50 mil quilómetros serão verificadas as folgas novamente... com substituição da junta da tampa das válvulas (está a deixar fugir um pouco de óleo junto à vela do segundo cilindro).

23/02/2015

Amortizado

Após percorrer 55358km ao longo dos dois anos, sete meses e dezassete dias que se seguiram à instalação do sistema de GPL... o Corolla chegou ao ponto em que, o valor acumulado da poupança em combustível suplantou o valor despendido na conversão (2337€).

Mesmo com os consumos na casa dos 7.77 litros para cada 100km o que representa um aumento da ordem dos 24.1%, quando comparado com o consumo registado no computador de bordo, a redução na despesa do combustível atingiu os 43.8%.

22/02/2015

De Corolla há 4 anos

Conta-quilómetros a marcar 184375km, dos quais 78199 percorridos nos últimos quatro anos.

Continua a fazer justiça à fama da marca, sem dar dores de cabeça e limitando as despesas apenas a material de desgaste e, mesmo esse, tem-se revelado bastante durável (como no caso das pastilhas de travão).

Em breve, visto o mês de matrícula ser Março, chega a época das despesas (IUC e IPO) e, por coincidência, será também a altura da recuperação do valor da instalação do sistema de GPL.