02/01/2016

Três anos de PCX!

Pelo calor do Verão, por entre as piscinas deixadas pelas intempéries, caída duas vezes e tombada por veículos em manobras no estacionamento outras tantas (situações o que lhe deixaram na pele algumas cicatrizes visíveis) a pequena (e intrépida) PCX completou os seu terceiro aniversário ao serviço!
Já vai somando 35 mil quilómetros de aventuras, praticamente todos feitos em cidade e mantendo-se fiel aos consumos anunciados e à fiabilidade da marca... venham mais!

01/01/2016

Análise de custos 2015

Percorridos em 2015 com o Corolla foram cerca de 9300km.

Despesas:
  • Revisões: 71,04€
  • IPO: 30,54€
  • IUC: 55,31€
  • Seguro: 144,76€
  • Alinhamento de direcção: 20,00€
  • Revisão ao sistema de GPL: 25,00€
  • Peças substituídas: 344,86€
  • Combustível (GPL e gasolina): 472,05€ (dos quais 67,03€ em gasolina)
Total da despesa: 1163,56€ (0,12€/km)

Este ano calhou ao Corolla ser o veículo a ter a distância percorrida superior. Percorreu, ainda assim, menos quilómetros que no ano de 2014, tendo essa redução da distância percorrida levado a uma subida do valor da despesa por quilómetro (mais 0,03€/km do que o ano passado) o que impossibilitou a diluição do valor das intervenções extraordinárias (em particular, a colocação dos amortecedores e da bateria).
A despesa em combustível seria 76% superior se tivesse circulado exclusivamente a gasolina (chegando o valor aos 814,17€) o que é um valor bastante expressivo da poupança que se pode obter optando por este combustível alternativo, no ano em que a poupança em combustível superou o valor pago pelo sistema instalado.


Percorridos em 2015 com a PCX foram 8500km.

Despesas:
  • Revisões: 91,45€
  • IUC: 5,49€
  • Seguro: 98,63€
  • Lavagens: 2,00€
  • Combustível: 256,52€
Total da despesa: 459,58€ (0,05€/km)

Para além de ser o veículo mais económico dos três listados, este ano a PCX não teve nenhuma intervenção mais dispendiosa de manutenção (apenas duas mudas de óleo), nem qualquer tipo de despesa extra, ficando com um valor recorde no que toca à despesa por quilómetro.
Mesmo com uma redução para cerca de dois terços da distância do ano anterior, a PCX ainda ficou em segundo na distância percorrida este ano.


Percorridos em 2015 com a CBF foram cerca de 7200km.

Despesas:
  • Revisões: 61,90€
  • IUC: 56,40€
  • Seguro: 104,23€
  • Lubrificação da corrente: 14,00€
  • Peças substituídas: 58,79€
  • Pneus (furo): 14,76€
  • Lavagens: 2,50€
  • Combustível: 509,53€
Total da despesa: 808,11€ (0,11€/km)

Ao contrário do ano passado, não houve aquisição de equipamento e a distância percorrida no período de férias foi bastante menor, o que levou a uma descida considerável na despesa total. O valor da despesa por quilómetro é, no entanto, marginalmente inferior à do automóvel (mesmo estando este a GPL).

23/12/2015

A batalha invencível com as baterias

Como já me havia sido dito aquando do check-up na Toyota, a bateria do Corolla já apresentava sinais de não estar nas melhores condições. Em altura de festas e antes que ficasse apeado, optei por efectuar a substituição.
Também já era notória uma diminuição da iluminação (exterior e interior) quando virava o volante sem estar a circular e quando accionava os vidros eléctricos, situações essas que ainda se mantêm, apesar de menos notórias, o que pode indiciar alguma falha ao nível do alternador, algo que terá que ser verificado na próxima revisão.
A bateria resistiu durante quase cinco anos ao serviço diário desde a aquisição do Corolla e percorreu, desde então, 85 mil quilómetros. A nova, uma Tudor de 62A custou 67€ e foi colocada aos 191166km.

18/12/2015

Conversa de semáforo

Por entre a hora de ponta da cidade, calhou a parar ao meu lado um companheiro das duas rodas montado numa Honda NC (uma X... não reparei se 700 ou 750). O advento da NC ditou o fim da produção da CBF, passando esta a tomar o lugar de primeira grande mota (houve até quem pensasse que a NC, apanhada com a camuflagem em testes, seria a nova CBF), a mota do aprendiz de motociclista, o verdadeiro cavalo de trabalho que ensina as artes aos aprendizes.
Escusado será dizer que, sendo um feliz (e satisfeito) proprietário de uma CBF e tendo até experimentado a NC, continuo sem perceber a razão para uma aceitação tão grande e de tanto alarido (e discussão de café) em torno da hipotética superioridade da NC... talvez os menos 1000-1200€ no preço da NC vs CBF possam ser uma justificação para alguns, mas mesmo assim, não me convence. Não trocaria a CBF por uma NC, fosse em que versão fosse.

Parado ao meu lado, e após o cordial cumprimento, perguntou-me de dentro do seu capacete modular aberto quanto gastava a CBF. A minha resposta foi "quatro e meio, cinco se andar sempre e só em cidade"... e vi um queixo cair! 
Isso é muito bom! - disse-me, antes de acrescentar que fazia na casa dos 4.0l/100km, desejar um bom fim-de-semana e boa viagem, o que consegui retribuir antes de sairmos do semáforo. Não falámos depressa, o semáforo é que era demorado.

28/11/2015

Revisão ao 320i: já tardava!

Contando 131113km no total e alguns anos após a revisão anterior, este sábado era ideal para dar alguma atenção ao E30.
Dos trabalhos fizeram parte a mudança de óleo (5W40), substituição do filtro do oléo, do filtro do ar e substituição do líquido do circuito de refrigeração após limpeza do mesmo.
Até à limpeza do circuito tudo bem, sangrar o circuito... começou a macacada! Os blocos M20 gostam de ter o circuito sangrado quando têm a frente levantada (já não era novidade), caso contrário o ponteiro da temperatura começa rapidamente a chegar à zona vermelha. Tudo havia sido feito de forma correcta, mas o motor teimava em querer aquecer. A causa? Tão simples quanto difícil de encontrar. 
O tubo que vai do radiador ao vaso de expansão, já dentro do vaso, tem dois pontos onde deixa sair o líquido. Um mergulhado no líquido, com saída perto do fundo do vaso, e outro junto ao bocal do mesmo. Pois este superior, pouco mais é que o buraco de uma agulha, estava entupido (a obstrução era algo de consistência semelhante à da borracha, a origem não se apurou) o que evitava a circulação do líquido de forma eficiente e levava ao sobre-aquecimento. Recorrendo a uma broca e ao compressor, conseguiu desobstruir-se o pequeno furo e tudo voltou ao normal.
Tempo da intervenção, uma tarde inteira! Custo do material, cerca de 60€, com direito a lavagem de motor e cera para o tablier.

27/11/2015

Pousa-pés

Os pousa-pés do pendura da CBF são em borracha, são, basicamente, um anel de borracha sobre um eixo de metal, com um encaixe um tanto ao quanto duvidoso. Tão duvidoso que é "natural" a borracha começar a rodar sobre o eixo de metal, quando se sobe para a mota, desfazendo nos pontos de encaixe.
Como o esquerdo já estava completamente desintegrado, tratei de adquirir um novo num representante (era mais caro comprar fora e/ou importar), tendo custado 10.14€ (um roubo, a meu ver). 
A substituição é rápida e simples, basta tirar o parafuso que fixa o pousa-pés ao seu suporte, remover o pino que serve de eixo de rotação do pousa-pés, retirar uma anilha e substituir a borracha, voltar a montar no processo inverso e... está feito.

Ao que me foi possível apurar, o original e o novo que foi instalado não são exactamente iguais. Os sulcos na zona superior são ligeiramente diferentes e, a avaliar pela maior mobilidade da borracha, em breve terei que encontrar uma solução definitiva para esta questão.

22/11/2015

Buzina da CBF

Desde a aquisição da CBF que a buzina sempre esteve meio rouca e, apesar do tratamento que levou com WD40, acabou por deixar de emitir som quando era necessário (a falta de uso certamente também ajudou).
Em contacto com um representante da marca Honda, fui informado que o valor da buzina de origem era na casa dos 90€ (?!?) o que é um valor completamente absurdo, o que me levou a procurar algo na concorrência.
Não muito mais tarde consegui uma por 7.65€, com um único senão... era cromada (ver foto), o que ficaria a destoar demasiado no conjunto. Nada que uma lata de tinta preta fosca que andava perdida no meio dos produtos de limpeza não resolvesse!
Sendo o acabamento do cláxon rugoso, limitei-me a limpar a superfície, segurando-o pela fixação com um alicate de grifos e aplicar a tinta em spray. O resultado da pintura, não sendo espectacular, foi bastante satisfatório, tendo-se procedido, no dia seguinte, à aplicação no suporte antigo (para evitar mais pinturas), refeitas as ligações... o som emitido é bem mais fraco do que a anterior e rouca buzina... mas ainda assim, é suficiente para a utilização dada (alertar para a presença).
Resultado final