18/02/2016

Substituição do detonador do air-bag (passageiro)

Dois anos e meio após a deslocação ao representante para verificação do detonador do air-bag do passageiro, nova informação por parte da Toyota (desta vez por carta registada) indicando que deveria marcar nova visita ao representante a fim de efectivamente substituir o referido detonador. Ao que parece, a fim de evitar dúvidas. optaram por substituir todos.
A intervenção foi, como era de esperar, isenta de custos.

02/01/2016

Três anos de PCX!

Pelo calor do Verão, por entre as piscinas deixadas pelas intempéries, caída duas vezes e tombada por veículos em manobras no estacionamento outras tantas (situações o que lhe deixaram na pele algumas cicatrizes visíveis) a pequena (e intrépida) PCX completou os seu terceiro aniversário ao serviço!
Já vai somando 35 mil quilómetros de aventuras, praticamente todos feitos em cidade e mantendo-se fiel aos consumos anunciados e à fiabilidade da marca... venham mais!

01/01/2016

Análise de custos 2015

Percorridos em 2015 com o Corolla foram cerca de 9300km.

Despesas:
  • Revisões: 71,04€
  • IPO: 30,54€
  • IUC: 55,31€
  • Seguro: 144,76€
  • Alinhamento de direcção: 20,00€
  • Revisão ao sistema de GPL: 25,00€
  • Peças substituídas: 344,86€
  • Combustível (GPL e gasolina): 472,05€ (dos quais 67,03€ em gasolina)
Total da despesa: 1163,56€ (0,12€/km)

Este ano calhou ao Corolla ser o veículo a ter a distância percorrida superior. Percorreu, ainda assim, menos quilómetros que no ano de 2014, tendo essa redução da distância percorrida levado a uma subida do valor da despesa por quilómetro (mais 0,03€/km do que o ano passado) o que impossibilitou a diluição do valor das intervenções extraordinárias (em particular, a colocação dos amortecedores e da bateria).
A despesa em combustível seria 76% superior se tivesse circulado exclusivamente a gasolina (chegando o valor aos 814,17€) o que é um valor bastante expressivo da poupança que se pode obter optando por este combustível alternativo, no ano em que a poupança em combustível superou o valor pago pelo sistema instalado.


Percorridos em 2015 com a PCX foram 8500km.

Despesas:
  • Revisões: 91,45€
  • IUC: 5,49€
  • Seguro: 98,63€
  • Lavagens: 2,00€
  • Combustível: 256,52€
Total da despesa: 459,58€ (0,05€/km)

Para além de ser o veículo mais económico dos três listados, este ano a PCX não teve nenhuma intervenção mais dispendiosa de manutenção (apenas duas mudas de óleo), nem qualquer tipo de despesa extra, ficando com um valor recorde no que toca à despesa por quilómetro.
Mesmo com uma redução para cerca de dois terços da distância do ano anterior, a PCX ainda ficou em segundo na distância percorrida este ano.


Percorridos em 2015 com a CBF foram cerca de 7200km.

Despesas:
  • Revisões: 61,90€
  • IUC: 56,40€
  • Seguro: 104,23€
  • Lubrificação da corrente: 14,00€
  • Peças substituídas: 58,79€
  • Pneus (furo): 14,76€
  • Lavagens: 2,50€
  • Combustível: 509,53€
Total da despesa: 808,11€ (0,11€/km)

Ao contrário do ano passado, não houve aquisição de equipamento e a distância percorrida no período de férias foi bastante menor, o que levou a uma descida considerável na despesa total. O valor da despesa por quilómetro é, no entanto, marginalmente inferior à do automóvel (mesmo estando este a GPL).

23/12/2015

A batalha invencível com as baterias

Como já me havia sido dito aquando do check-up na Toyota, a bateria do Corolla já apresentava sinais de não estar nas melhores condições. Em altura de festas e antes que ficasse apeado, optei por efectuar a substituição.
Também já era notória uma diminuição da iluminação (exterior e interior) quando virava o volante sem estar a circular e quando accionava os vidros eléctricos, situações essas que ainda se mantêm, apesar de menos notórias, o que pode indiciar alguma falha ao nível do alternador, algo que terá que ser verificado na próxima revisão.
A bateria resistiu durante quase cinco anos ao serviço diário desde a aquisição do Corolla e percorreu, desde então, 85 mil quilómetros. A nova, uma Tudor de 62A custou 67€ e foi colocada aos 191166km.

18/12/2015

Conversa de semáforo

Por entre a hora de ponta da cidade, calhou a parar ao meu lado um companheiro das duas rodas montado numa Honda NC (uma X... não reparei se 700 ou 750). O advento da NC ditou o fim da produção da CBF, passando esta a tomar o lugar de primeira grande mota (houve até quem pensasse que a NC, apanhada com a camuflagem em testes, seria a nova CBF), a mota do aprendiz de motociclista, o verdadeiro cavalo de trabalho que ensina as artes aos aprendizes.
Escusado será dizer que, sendo um feliz (e satisfeito) proprietário de uma CBF e tendo até experimentado a NC, continuo sem perceber a razão para uma aceitação tão grande e de tanto alarido (e discussão de café) em torno da hipotética superioridade da NC... talvez os menos 1000-1200€ no preço da NC vs CBF possam ser uma justificação para alguns, mas mesmo assim, não me convence. Não trocaria a CBF por uma NC, fosse em que versão fosse.

Parado ao meu lado, e após o cordial cumprimento, perguntou-me de dentro do seu capacete modular aberto quanto gastava a CBF. A minha resposta foi "quatro e meio, cinco se andar sempre e só em cidade"... e vi um queixo cair! 
Isso é muito bom! - disse-me, antes de acrescentar que fazia na casa dos 4.0l/100km, desejar um bom fim-de-semana e boa viagem, o que consegui retribuir antes de sairmos do semáforo. Não falámos depressa, o semáforo é que era demorado.

28/11/2015

Revisão ao 320i: já tardava!

Contando 131113km no total e alguns anos após a revisão anterior, este sábado era ideal para dar alguma atenção ao E30.
Dos trabalhos fizeram parte a mudança de óleo (5W40), substituição do filtro do oléo, do filtro do ar e substituição do líquido do circuito de refrigeração após limpeza do mesmo.
Até à limpeza do circuito tudo bem, sangrar o circuito... começou a macacada! Os blocos M20 gostam de ter o circuito sangrado quando têm a frente levantada (já não era novidade), caso contrário o ponteiro da temperatura começa rapidamente a chegar à zona vermelha. Tudo havia sido feito de forma correcta, mas o motor teimava em querer aquecer. A causa? Tão simples quanto difícil de encontrar. 
O tubo que vai do radiador ao vaso de expansão, já dentro do vaso, tem dois pontos onde deixa sair o líquido. Um mergulhado no líquido, com saída perto do fundo do vaso, e outro junto ao bocal do mesmo. Pois este superior, pouco mais é que o buraco de uma agulha, estava entupido (a obstrução era algo de consistência semelhante à da borracha, a origem não se apurou) o que evitava a circulação do líquido de forma eficiente e levava ao sobre-aquecimento. Recorrendo a uma broca e ao compressor, conseguiu desobstruir-se o pequeno furo e tudo voltou ao normal.
Tempo da intervenção, uma tarde inteira! Custo do material, cerca de 60€, com direito a lavagem de motor e cera para o tablier.

27/11/2015

Pousa-pés

Os pousa-pés do pendura da CBF são em borracha, são, basicamente, um anel de borracha sobre um eixo de metal, com um encaixe um tanto ao quanto duvidoso. Tão duvidoso que é "natural" a borracha começar a rodar sobre o eixo de metal, quando se sobe para a mota, desfazendo nos pontos de encaixe.
Como o esquerdo já estava completamente desintegrado, tratei de adquirir um novo num representante (era mais caro comprar fora e/ou importar), tendo custado 10.14€ (um roubo, a meu ver). 
A substituição é rápida e simples, basta tirar o parafuso que fixa o pousa-pés ao seu suporte, remover o pino que serve de eixo de rotação do pousa-pés, retirar uma anilha e substituir a borracha, voltar a montar no processo inverso e... está feito.

Ao que me foi possível apurar, o original e o novo que foi instalado não são exactamente iguais. Os sulcos na zona superior são ligeiramente diferentes e, a avaliar pela maior mobilidade da borracha, em breve terei que encontrar uma solução definitiva para esta questão.