29/08/2013

Test-Ride: Honda Forza 300

Cortesia do stand Lopes & Lopes em Mem Martins, foi-me possível fazer um pequeno passeio de teste à nova Honda Forza 300.


O espaço disponível debaixo do banco é enorme, o painel de instrumentos é bastante completo (apresenta consumo médio incluído e relógio, bem como um, a meu ver, desadequado conta-rotações) e tem dois "porta-luvas", o esquerdo só pode ser aberto com a chave na ignição e o da direita não tem fechadura.
Sendo por alguns vista como uma PCX mais crescida, a diferença de pesos nota-se bem (sempre são quase 70kg a mais) o que poderá fazer alguma diferença nos primeiros tempos quando se passa por entre os carros nos semáforos ou em manobras a baixa velocidade mas em andamento o peso é imperceptível.
Relógio e consumo médio
A protecção aerodinâmica é boa, não pela altura do vidro mas pela posição de condução, mas porque vamos sentados numa posição mais baixa e mais para atrás, o que lhe dá uma posição menos de scooter e mais de "chooper" com espaço abundante para as pernas permitindo adequar a posição ao gosto do condutor.
Os consumos deverão andar na casa dos 3.5l/100km a avaliar pela percurso (não muito longo, mas com algumas rotundas e paragens à mistura, no entanto, sem tempos de espera) e dada a maior cilindrada a Forza permite andar nos limites legais de AE sem esforço.
 A Forza 300 será uma boa escolha para quem faça percursos mais longos em estradas onde lhe permita manter velocidades de cruzeiro mais elevadas ou para quem faça uma utilização mais polivalente, com passeios ao fim-de-semana incluídos, já para o meio urbano poderá, naturalmente, perder um pouco derivado ao seu tamanho e peso. 
Ao contrário da MaxSym testada anteriormente, as acelerações e desacelerações não causam qualquer tipo de oscilação no conjunto (nada de muito perceptível pelo menos), a travagem é segura e feita por discos em ambas as rodas e, nesta Forza, ajudado pelo sistema ABS.
A versão com ABS pode ser adquirida por 5299€ (mais despesas de documentação), a versão sem ABS custa menos 400 euros.

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