03/04/2018

Revisão dos 42000km da PCX

Bonita cor tinha este óleo de suspensão...
Como havia sido combinado com o mecânico, a revisão da PCX passou a ser de seis em seis mil quilómetros. Este número foi escolhido por se situar entre os intervalos praticados pelos representantes para as mudas de óleo (4000km) e o valor indicado pela marca (8000km), alargando assim as mudas de óleo e mantendo as restantes intervenções maiores (correias, roletes, etc) nos valores preconizados pelo fabricante.
Desta vez a revisão contemplou, para além da muda do óleo, a troca do óleo das suspensões, do óleo da transmissão, substituição do filtro do ar (este encontra-se algo contaminado com óleo, certamente fruto, ainda, o último tombo que a PCX levou... oferta de um veículo pesado quando esta estava parada) e substituição da vela.
O serviço foi efectuado aos 45665km pelo preço de 57.65€ ficando a PCX pronta para mais seis mil quilómetros, ao fim dos quais, será tempo de substituir novamente a correia de transmissão.

23/03/2018

Euroconnector: a nova forma de abastecer GPL

Pouca informação foi disponibilizada à cerca do novo adaptador que passará a ser o standard para abastecer em Portugal (ideias de generalização europeia talvez).
Muito graças às conversas entre os utilizadores do fórum da autogás, a informação foi circulando sobre o novo adaptador, tendo as gasolineiras disponibilizado alguma (em alguns casos, nenhuma) informação no final do mês passado.
Ora, o novo sistema de abastecimento é suposto ficar operacional (entenda-se, as mangueiras dos postos de abastecimento devem ser alteradas) até ao final deste mês, havendo postos onde, por terem mais que uma bomba, tenham optado por substituir apenas uma das "pistolas", mantendo assim ambos os sistemas em funcionamento. Nos postos onde já só usa o novo sistema, são facultados aos utilizadores vários adaptadores, com passos de rosca e comprimentos diferentes, a fim de permitir os abastecimentos a quem ainda não tenha adquirido adaptador próprio.
Hoje pude experimentar o novo adaptador chegado de Inglaterra (via LPGshop) e, como em tantas outras coisas, só custa a primeira vez. 
O adaptador enrosca na perfeição, o funcionamento da "pistola" é semelhante, no entanto, a acoplagem desta ao adaptador é menos delicada (digamos assim). O risco de fuga por má acoplagem é menor mas a pequena nuvem de gás que se libertava ao remover a "pistola" com o anterior sistema, continua a ser libertada (há adaptadores destes com anti-retorno que a evitam), sendo esta nuvem direccionada ao longo do eixo do adaptador e não à volta como no antigo sistema, o que leva a que se sinta um maior ou menor (depende do adaptador usado) empurrão aquando da remoção da "pistola".
Em resumo, a nível de segurança para o utilizador, talvez este novo sistema seja melhor, minorizando o risco de queimaduras por contacto das mãos com o gás (quer na remoção, quer numa má colocação da "pistola"), tudo o resto se mantém... até na economia.

03/03/2018

Revisão dos 215 mil quilómetros do Corolla

Já com 215188km no conta-quilómetros e com a embraiagem a dar sinais pontuais de fadiga, o Corolla foi submetido a mais uma revisão.

Na ordem de trabalhos constava mudança de óleo (5w30 sintético), filtro do óleo, do ar e do habitáculo, substituição das velas (tinham 45 mil quilómetros) e, a já referida, substituição da embraiagem.
A intervenção demorou cerca de quatro horas, tendo sido necessário remover o berço do motor (charrion) facilitando o trabalho de remoção da caixa de velocidades e transmissões a fim de remover a embraiagem. Do sistema de embraiagem, o componente que se encontrava em piores condições, e que seria a causa do "escorregar" mais notório em auto-estrada, era a prensa. O rolamento e o disco (este último, apesar do já visível desgaste) ainda estavam capazes de cumprir a tarefa durante mais algum tempo. 
Nota ainda para a junta da tampa das válvulas, que terá de ser substituida na próxima revisão, por apresentar uma fuga junto da vela do segundo cilindro, para evitar males maiores (a acumulação de óleo pode, eventualmente, danificar a bobine desse cilindro), foi selada a fuga ficando agendada a substituição da junta e, aproveitando a substituição, efectuar nova medição das folgas das válvulas (já perto dos cem mil quilómetros a GPL).
Como tem sido costume, o material colocado é da marca Blue Print, tendo a intervenção custado 281.23€ (em material).

Lavagem ao fim de 15 mil quilómetros... e não, não descarregámos um extintor.

04/01/2018

Conta poupança GPL

Percorridos que foram 24417km após a amortização do sistema de GPL, o total da poupança em combustível superou os mil euros (1011.08€), ao longo de dois anos e nove meses.

A média de consumos, ao fim de 79779km a GPL, cifra-se nos 7.91 litros para cada cem quilómetros, o que, equivale a uma poupança de 45.5% para a mesma distância percorrida a gasolina (aproximadamente 5.72€/100km em GPL e gasolina, o equivalente a uma mecânica Diesel que consuma 4.42l/100km ao preço médio do dia de hoje, 1.295€/l).

31/12/2017

Análise de custos 2017

Percorridos em 2017 com o Corolla foram quase 12300km.

Despesas:
  • IPO: 30,70€
  • IUC: 56,03€
  • Seguro: 159,69€
  • Peças substituídas: 40,72€ 
  • Alinhamento de direcção e pneus: 184,60€
  • Acessórios: 811,66€
  • Estacionamento: 5,45€
  • Portagens: 10,25€
  • Combustível (GPL e gasolina): 807,92€ (dos quais 407,32€ em gasolina)
Total da despesa: 2107,02€ (0,17€/km)

Voltando a ser o mais utilizado, o Corolla percorreu também uma maior distância este ano, chegando mesmo a ser o único que aumentou a quilometragem anual. 
O valor que poderá chamar a atenção é o do valor gasto em combustível, em particular no que toca à gasolina. Isto deve-se a ter sido impossível circular a GPL durante algum tempo devido a um problema com o sistema instalado (coisa para ter aumentado a despesa em combustível em cerca de 245-250€), levando a despesa por quilómetro, em conjunto com a aquisição de algum equipamento, a disparar para mais do dobro do ano de 2016.

Percorridos em 2017 com a PCX foram pouco mais de 2500km.

Despesas
  • IUC: 0,00€
  • Seguro: 104,40€
  • Pneus: 65,00€
  • Combustível: 76,84€
Total da despesa: 246,24€ (0,10€/km)

A PCX, por motivos de ordem familiar, acabou por circular apenas quatro meses, o que lhe baixou consideravelmente a distância percorrida (menos de metade do ano anterior), manteve-se, ainda assim, como a rainha da despesa por quilómetro.


Percorridos em 2017 com a CBF foram perto de 1000km.
Despesas
  • IUC: 57,13€
  • Seguro: 109,32€
  • Acessórios: 105,00€
  • Combustível: 92,37€
Total da despesa: 363,82€ (0,39€/km)

Com o período de verão ocupado com outras coisas mais importantes, a pobre CBF viu-se renegada a veículo de dias de chuva e de dias em que as distâncias a percorrer entre "casa"-trabalho fossem maiores, o que não aconteceu muitas vezes. Também como no ano passado, muita da distância que tocaria à CBF foi percorrida de forma não motorizada (cerca de 1200km) o que também ajuda a que a distância total seja tão baixa.

21/12/2017

Pneu traseiro para a PCX

Ao regressar a casa por entre o trânsito característico da quadra natalícia, ao curvar para a esquerda, foi notório um saltar da roda traseira da PCX. Já no destino, com a pequena 125 azul no descanso central, a razão tornou-se clara, duas enormes "batatas" (quase "abóboras") tinham aparecido no Dunlop Scootsmart traseiro (provavelmente devidas a impacto). Era urgente trocar o pneu com a maior brevidade possível, o que foi feito nas oficinas da Motocenter pelo preço de 65€, tendo sido montado, novamente, um Scootsmart.

A escolha recaiu num pneu igual por duas razões. Em primeiro lugar a longevidade, até à substituição por dano o Scootsmart traseiro rolou 21 mil quilómetros, apresentando ainda relevo suficiente para que o indicador de desgaste não estive em contacto com o solo (ao contrário do que aconteceu com os anteriores IRC aquando da substituição com quase 23 mil) e, ainda mais importante que isso, o desgaste destes Dunlop, quando comparados com os IRC, foi bastante mais uniforme, a zona de rolamento não se apresentava "quadrada" mantendo a curvatura de forma muito aceitável. A segunda razão prendeu-se com a performance, não sendo a PCX um veículo potente, é usada em todas as condições climatéricas e os Dunlop não apresentaram uma quebra significativa na seu comportamento apesar dos três anos de idade e da distância percorrida.


04/11/2017

Barras de tejadilho e suportes

As barras de tejadilho são originais Toyota (feitas pela Montblanc) combinadas com suportes da Thule, o espaço interior disponível "diminui", a "tralha" para as deslocações durante as férias teve que passar para o tejadilho.