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02/10/2017

A causa do mau funcionamento do sistema de GPL

A responsabilidade pelo mau funcionamento do sistema de GPL é, tal como se suspeitava aquando do primeiro contacto com o instalador, o sensor de nível do depósito. As leituras do sensor indicavam que o depósito estaria cheio acima do máximo ou abaixo do mínimo, variando entre ambos os valores sem causa aparente. 
A reparação passa por substituir o sensor, o que não foi feito por ser necessário importar o mesmo da Holanda (país de origem do sistema), tendo sido colocada uma resistência na ficha de ligação ao sensor a fim de simular um nível de combustível no depósito... e o Corolla voltou a ser circular a GPL. Aguarda-se chamada para reparação definitiva.

Nestes meses a circulação foi algo comedida, tendo, ainda assim, sido suficiente para igualar os consumos anunciados pela marca em dois depósitos de gasolina.

25/04/2017

As luzes do indicador de GPL e a redução da autonomia

Começou a ser notório um comportamento errático do indicador de GPL, este estava a apresentar qualquer nível, desde cheio a vazio, durante a circulação. Isto não seria nada de "muito grave" se não fosse a questão de o indicador de nível indicar que o depósito estaria na reserva, passando mesmo a considerar que o combustível teria acabado, ficando o automóvel a circular a gasolina (independentemente dos quilómetros que tivesse realizado desde o último atesto).
Esta informação foi passada ao instalador, que recomendou, a título experimental, evitar a utilização de GPL de marcas denominadas low-cost, pois poderia ser essa a causa do problema no sensor de nível.
Mesmo assim, com este comportamento, ainda era possível circular a GPL, quando o indicador de nível decidia "ler" que tinha combustível (a autonomia cifrava-se em cerca de 100km).

07/04/2015

A chave de ignição suplente

Tive necessidade de uma maior capacidade de volume de carga, o que me levou a alugar um furgão. Fui até uma firma de aluguer de viaturas, deixei lá o "esquentador" e fui à minha vida com uma Traffic da Renault (que me surpreendeu pelos consumos bastante bons) que se assemelhava, pela cor e pela forma, a um frigorífico.
Ao fim do dia, e aqui começa a história realmente, dei conta de não ter a chave do Corolla comigo, estava a uns bons 30 quilómetros (para cada lado) e, como estava perto do ponto de entrega do furgão, optei por levar a suplente que estava mesmo à mão e evitava uma despesa maior em gasóleo por essa deslocação extra. 
Entregue o furgão, meto-me dentro do carro, dou à chave... e dou novamente à chave com maior insistência e... mandou-me ir a pé! O motor recusou-se a pegar e a indicação do imobilizador na consola central nunca deixou de piscar. Tinha um carro, tinha uma chave desse carro, mas a electrónica (francesa, da Valeo) decidiu unilateralmente que o que eu tinha mesmo era um pisa-papéis... lá tive que pedir uma boleia para ir buscar a chave do dia-a-dia e rezar para que o problema fosse da chave e não da ignição. O problema era mesmo da chave.
Isto levou a uma despesa suplementar de 32.35€, que foi o valor cobrado pela (re)codificação da chave e substituição da pilha no representante (Melisauto).

16/12/2011

Primeira dor de cabeça

Anomalia geral no motor, é o que indica a luz laranja. Após uma visita à oficina do concessionário, e após ligarem o carro à máquina, concluíram que o problema era o catalisador que estava danificado devido a um problema na centralina (aparentemente nada comum) que fazia o motor trabalhar com um regime de mistura errado o que acabou por levar ao problema do catalisador.
Quando em conversa telefónica me informaram qual era o problema e que a reparação estava coberta pela garantia, perguntei o valor da reparação, ao que me responderam que, só em peças, o valor seria superior a 2300 euros.