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13/04/2013

Dia aberto Sym na Migtec motos

A Migtec motos organizou um dia aberto onde disponibilizaram para test-drive a Symphony 125, a Fiddle 125, a GTS 300i, a GTS 125i e MaxSym 400i ABS, tendo aproveitado para experimentar as duas últimas meio intrometido no Grupo Motard Margem Certa após sugestão/convite de um dos administradores do espírito | Honda.
De ambas as que experimentei o nível de conforto é superior, os espaços de arrumação são superiores e a informação disponibilizada ao condutor é mais extensa quando comparando a actual Honda PCX. 
A Sym GTS 125i é também bastante maior do que a Honda PCX o que a torna naturalmente mais adequada para viagens em estrada e menos própria para andar em cidade a furar filas de trânsito. Na MaxSym isto é ainda mais notório com algumas agravantes, fruto do motor mais potente e com mais binário, quando se acelera ou desacelera de forma mais brusca, o conjunto oscila bastante, a travagem é também algo desagradável não transmitindo tanta segurança como seria de esperar quando se tentam parar os 210kg. 
Pormenores irritantes, a afinação das manetes é algo insuficiente na MaxSym e ambas têm conta-rotações, algo perfeitamente inútil quando não se tem que meter mudanças.
Ao fim do dia, um dos membros do Margem Certa me perguntou se estava pronto para deixar a PCX e levar uma Sym, a resposta foi um rápido e directo "não" pela simples razão de não se adequarem ao uso que é dado à PCX (trajectos até 50km com cerca de metade em cidade e recorrendo por vezes à função start-stop), isto para não falar nos consumos, que são superiores cerca de meio litro para cada 100 quilómetros no caso da GTS 125i.
No caso da MaxSym, na qual já é necessária carta de condução A2, parece-me descabido pagar 5700€ (mais 258,30€ de despesas) por uma scooter quando há hipóteses mais baratas e mais interessantes já com mudanças.
Em resumo, foi um dia bem passado com boa disposição e onde se foi muito bem recebido quer pelo stand quer pelo restante grupo.

10/09/2011

10 mil quilómetros no Corolla

Os primeiros 10 mil quilómetros já estão percorridos, e torna-se legítimo fazer uma avaliação do Corolla.
Sem ser um automóvel surpreendente em nada, e quando digo em nada quero dizer isso mesmo (que me desculpem os fanáticos da marca), não há nada em que possa dizer que este automóvel é "excepcional", no entanto é-me extremamente fácil dizer que nada é desagradável.
Esta minha opinião deve-se ao facto de, de facto, o Corolla ser um produto muito homogéneo no que toca à sua utilização diária. O motor é poupado o bastante sem que seja anémico, não sendo um assombro, também tem mais do que o suficiente quando comparado com a restante oferta da mesma classe, não sendo perfeito na ergonomia, é tolerável fisicamente durante períodos de condução mais longos, apesar da mala não ser grande, é espaçosa e versátil o suficiente para uma ida às compras (mesmo as mais volumosas) ou para ir de férias, no que toca à estética, sem ser original (demasiadas semelhanças com o audi A3) não desagrada, mas também não apaixona. Já no comportamento em estrada... pelo que já conduzi no dia-a-dia posso dizer que é o pior carro que tive até hoje, mas, também não seria justo se não dissesse que, ainda assim consegue ser melhor do que muito carro de valor superior e carregado de electrónica da concorrência.
Resumindo, não se destaca em nada, mas é incapaz de desiludir seja no que for.