15/02/2019

Só não acontece a quem não anda

Porque nem sempre se consegue evitar, eis o resulta de um encontro imediato com a traseira de um Chevrolet Aveo numa rotunda.
A condutora do outro veículo, encandeada pelo sol, ficou na dúvida sobre a sinalização luminosa e optou por travar. Sem espaço para parar ou para "fugir", o contacto acabou por ser inevitável... o resultado é o que se pode ver.

No entanto, o único dano que realmente precisa de intervenção é a matrícula., que já não se encontrava nas melhores condições fruto de alguns mimos que o Corolla já havia recebido no passado, o restante que se vê nas fotos não foi muito mais do que cosmética (grelha desencaixada e várias marcas de plástico e tinta do outro veículo), excepção feita à zona por baixo do farol esquerdo onde a pintura se encontra estalada e onde ficou, alojado na pintura, uma quantidade considerável de plástico preto que, acredito, deverá acabar por sair com as lavagens ao longo do tempo.

Ficam para breve comunicações da seguradora...

31/12/2018

Análise de custos 2018

Percorridos em 2018 com o Corolla foram cerca de 14400km.

Despesas:
  • Revisão: 281,23€
  • IPO: 31,11€
  • IUC: 56,82€
  • Seguro: 164,06€
  • Peças substituídas: 20,71€ 
  • Estacionamento: 23,90€
  • Portagens: 20,00€
  • Combustível (GPL e gasolina): 810,83€ (dos quais 46,45€ em gasolina)
Total da despesa: 1408,66€ (0,10€/km)

Continua a ser a "mula de trabalho", este ano com mais despesas de estacionamento e portagens e com um valor de despesa em combustível idêntico ao do ano anterior, apesar de uma maior distância percorrida.

Percorridos em 2018 com a PCX foram pouco mais de 5600km.

Despesas
  • Revisão: 57,85€
  • IUC: 0,00€
  • Seguro: 109,66€
  • Acessórios e equipamento: 479,95€
  • Combustível: 137,66€
Total da despesa: 785,12€ (0,14€/km)

Com o aumento da distância percorrida com o Corolla, a da PCX manteve-se menor (apesar do aumento comparativamente com a distância do ano anterior). A despesa apresenta-se elevada apenas pela aquisição de um novo capacete (o anterior estava já uma lástima).


Percorridos em 2018 com a CBF foram perto de 1000km.

Despesas
  • IUC: 57,93€
  • Acessórios: 105,00€
  • Equipamento: 124,99€
  • Combustível: 90,59€
Total da despesa: 296,01€ (0,26€/km)

À semelhança do ano anterior... a CBF foi apenas usada em situações muito pontuais.

29/09/2018

Conta poupança GPL

Percorridos que foram 35182km após a amortização do sistema de GPL, nova actualização da conta poupança em combustível que agora superou os mil e quinhentos euros (1501.96€), ao longo de três anos e seis meses.

A média de consumos, ao fim dos 90544km percorridos a GPL, cifra-se nos 8.02 litros para cada cem quilómetros, o que, equivale a uma poupança de 45.7% para a mesma distância se percorrida a gasolina.

03/04/2018

Revisão dos 42000km da PCX

Bonita cor tinha este óleo de suspensão...
Como havia sido combinado com o mecânico, a revisão da PCX passou a ser de seis em seis mil quilómetros. Este número foi escolhido por se situar entre os intervalos praticados pelos representantes para as mudas de óleo (4000km) e o valor indicado pela marca (8000km), alargando assim as mudas de óleo e mantendo as restantes intervenções maiores (correias, roletes, etc) nos valores preconizados pelo fabricante.
Desta vez a revisão contemplou, para além da muda do óleo, a troca do óleo das suspensões, do óleo da transmissão, substituição do filtro do ar (este encontra-se algo contaminado com óleo, certamente fruto, ainda, o último tombo que a PCX levou... oferta de um veículo pesado quando esta estava parada) e substituição da vela.
O serviço foi efectuado aos 45665km pelo preço de 57.65€ ficando a PCX pronta para mais seis mil quilómetros, ao fim dos quais, será tempo de substituir novamente a correia de transmissão.

23/03/2018

Euroconnector: a nova forma de abastecer GPL

Pouca informação foi disponibilizada à cerca do novo adaptador que passará a ser o standard para abastecer em Portugal (ideias de generalização europeia talvez).
Muito graças às conversas entre os utilizadores do fórum da autogás, a informação foi circulando sobre o novo adaptador, tendo as gasolineiras disponibilizado alguma (em alguns casos, nenhuma) informação no final do mês passado.
Ora, o novo sistema de abastecimento é suposto ficar operacional (entenda-se, as mangueiras dos postos de abastecimento devem ser alteradas) até ao final deste mês, havendo postos onde, por terem mais que uma bomba, tenham optado por substituir apenas uma das "pistolas", mantendo assim ambos os sistemas em funcionamento. Nos postos onde já só usa o novo sistema, são facultados aos utilizadores vários adaptadores, com passos de rosca e comprimentos diferentes, a fim de permitir os abastecimentos a quem ainda não tenha adquirido adaptador próprio.
Hoje pude experimentar o novo adaptador chegado de Inglaterra (via LPGshop) e, como em tantas outras coisas, só custa a primeira vez. 
O adaptador enrosca na perfeição, o funcionamento da "pistola" é semelhante, no entanto, a acoplagem desta ao adaptador é menos delicada (digamos assim). O risco de fuga por má acoplagem é menor mas a pequena nuvem de gás que se libertava ao remover a "pistola" com o anterior sistema, continua a ser libertada (há adaptadores destes com anti-retorno que a evitam), sendo esta nuvem direccionada ao longo do eixo do adaptador e não à volta como no antigo sistema, o que leva a que se sinta um maior ou menor (depende do adaptador usado) empurrão aquando da remoção da "pistola".
Em resumo, a nível de segurança para o utilizador, talvez este novo sistema seja melhor, minorizando o risco de queimaduras por contacto das mãos com o gás (quer na remoção, quer numa má colocação da "pistola"), tudo o resto se mantém... até na economia.

03/03/2018

Revisão dos 215 mil quilómetros do Corolla

Já com 215188km no conta-quilómetros e com a embraiagem a dar sinais pontuais de fadiga, o Corolla foi submetido a mais uma revisão.

Na ordem de trabalhos constava mudança de óleo (5w30 sintético), filtro do óleo, do ar e do habitáculo, substituição das velas (tinham 45 mil quilómetros) e, a já referida, substituição da embraiagem.
A intervenção demorou cerca de quatro horas, tendo sido necessário remover o berço do motor (charrion) facilitando o trabalho de remoção da caixa de velocidades e transmissões a fim de remover a embraiagem. Do sistema de embraiagem, o componente que se encontrava em piores condições, e que seria a causa do "escorregar" mais notório em auto-estrada, era a prensa. O rolamento e o disco (este último, apesar do já visível desgaste) ainda estavam capazes de cumprir a tarefa durante mais algum tempo. 
Nota ainda para a junta da tampa das válvulas, que terá de ser substituida na próxima revisão, por apresentar uma fuga junto da vela do segundo cilindro, para evitar males maiores (a acumulação de óleo pode, eventualmente, danificar a bobine desse cilindro), foi selada a fuga ficando agendada a substituição da junta e, aproveitando a substituição, efectuar nova medição das folgas das válvulas (já perto dos cem mil quilómetros a GPL).
Como tem sido costume, o material colocado é da marca Blue Print, tendo a intervenção custado 281.23€ (em material).

Lavagem ao fim de 15 mil quilómetros... e não, não descarregámos um extintor.

04/01/2018

Conta poupança GPL

Percorridos que foram 24417km após a amortização do sistema de GPL, o total da poupança em combustível superou os mil euros (1011.08€), ao longo de dois anos e nove meses.

A média de consumos, ao fim de 79779km a GPL, cifra-se nos 7.91 litros para cada cem quilómetros, o que, equivale a uma poupança de 45.5% para a mesma distância percorrida a gasolina (aproximadamente 5.72€/100km em GPL e gasolina, o equivalente a uma mecânica Diesel que consuma 4.42l/100km ao preço médio do dia de hoje, 1.295€/l).

31/12/2017

Análise de custos 2017

Percorridos em 2017 com o Corolla foram quase 12300km.

Despesas:
  • IPO: 30,70€
  • IUC: 56,03€
  • Seguro: 159,69€
  • Peças substituídas: 40,72€ 
  • Alinhamento de direcção e pneus: 184,60€
  • Acessórios: 811,66€
  • Estacionamento: 5,45€
  • Portagens: 10,25€
  • Combustível (GPL e gasolina): 807,92€ (dos quais 407,32€ em gasolina)
Total da despesa: 2107,02€ (0,17€/km)

Voltando a ser o mais utilizado, o Corolla percorreu também uma maior distância este ano, chegando mesmo a ser o único que aumentou a quilometragem anual. 
O valor que poderá chamar a atenção é o do valor gasto em combustível, em particular no que toca à gasolina. Isto deve-se a ter sido impossível circular a GPL durante algum tempo devido a um problema com o sistema instalado (coisa para ter aumentado a despesa em combustível em cerca de 245-250€), levando a despesa por quilómetro, em conjunto com a aquisição de algum equipamento, a disparar para mais do dobro do ano de 2016.

Percorridos em 2017 com a PCX foram pouco mais de 2500km.

Despesas
  • IUC: 0,00€
  • Seguro: 104,40€
  • Pneus: 65,00€
  • Combustível: 76,84€
Total da despesa: 246,24€ (0,10€/km)

A PCX, por motivos de ordem familiar, acabou por circular apenas quatro meses, o que lhe baixou consideravelmente a distância percorrida (menos de metade do ano anterior), manteve-se, ainda assim, como a rainha da despesa por quilómetro.


Percorridos em 2017 com a CBF foram perto de 1000km.
Despesas
  • IUC: 57,13€
  • Seguro: 109,32€
  • Acessórios: 105,00€
  • Combustível: 92,37€
Total da despesa: 363,82€ (0,39€/km)

Com o período de verão ocupado com outras coisas mais importantes, a pobre CBF viu-se renegada a veículo de dias de chuva e de dias em que as distâncias a percorrer entre "casa"-trabalho fossem maiores, o que não aconteceu muitas vezes. Também como no ano passado, muita da distância que tocaria à CBF foi percorrida de forma não motorizada (cerca de 1200km) o que também ajuda a que a distância total seja tão baixa.

21/12/2017

Pneu traseiro para a PCX

Ao regressar a casa por entre o trânsito característico da quadra natalícia, ao curvar para a esquerda, foi notório um saltar da roda traseira da PCX. Já no destino, com a pequena 125 azul no descanso central, a razão tornou-se clara, duas enormes "batatas" (quase "abóboras") tinham aparecido no Dunlop Scootsmart traseiro (provavelmente devidas a impacto). Era urgente trocar o pneu com a maior brevidade possível, o que foi feito nas oficinas da Motocenter pelo preço de 65€, tendo sido montado, novamente, um Scootsmart.

A escolha recaiu num pneu igual por duas razões. Em primeiro lugar a longevidade, até à substituição por dano o Scootsmart traseiro rolou 21 mil quilómetros, apresentando ainda relevo suficiente para que o indicador de desgaste não estive em contacto com o solo (ao contrário do que aconteceu com os anteriores IRC aquando da substituição com quase 23 mil) e, ainda mais importante que isso, o desgaste destes Dunlop, quando comparados com os IRC, foi bastante mais uniforme, a zona de rolamento não se apresentava "quadrada" mantendo a curvatura de forma muito aceitável. A segunda razão prendeu-se com a performance, não sendo a PCX um veículo potente, é usada em todas as condições climatéricas e os Dunlop não apresentaram uma quebra significativa na seu comportamento apesar dos três anos de idade e da distância percorrida.


04/11/2017

Barras de tejadilho e suportes

As barras de tejadilho são originais Toyota (feitas pela Montblanc) combinadas com suportes da Thule, o espaço interior disponível "diminui", a "tralha" para as deslocações durante as férias teve que passar para o tejadilho.

14/10/2017

Mais um par de pneus para o Corolla

Para antecipar as chuvas e andar em segurança, foi necessário colocar um novo par de pneus no Corolla. Tal como da vez anterior, foram escolhidos os Dunlop Bluresponse a fim de comprovar se, de facto, há alguma melhoria nos consumos como anunciado pelo fabricante.
Os pneus substituídos foram os derradeiros Yokohama C.drive adquiridos no final de 2012 e que suportaram "maus tratos" durante 71 mil quilómetros, dos quais, os derradeiros 30 mil no eixo dianteiro.
Como de costume, os pneus novos foram montados no eixo traseiro, tendo os traseiros passado para o eixo dianteiro. O serviço de substituição, alinhamento e reparação de um furo (um dos Bluresponse já montados estava há dias com uma pequena fuga de ar) efectuado na Xarepa Auto Centro ficou por 184,60€ e com uma ponteira de direcção, a esquerda, para acrescentar à lista de compras.

02/10/2017

A causa do mau funcionamento do sistema de GPL

A responsabilidade pelo mau funcionamento do sistema de GPL é, tal como se suspeitava aquando do primeiro contacto com o instalador, o sensor de nível do depósito. As leituras do sensor indicavam que o depósito estaria cheio acima do máximo ou abaixo do mínimo, variando entre ambos os valores sem causa aparente. 
A reparação passa por substituir o sensor, o que não foi feito por ser necessário importar o mesmo da Holanda (país de origem do sistema), tendo sido colocada uma resistência na ficha de ligação ao sensor a fim de simular um nível de combustível no depósito... e o Corolla voltou a ser circular a GPL. Aguarda-se chamada para reparação definitiva.

Nestes meses a circulação foi algo comedida, tendo, ainda assim, sido suficiente para igualar os consumos anunciados pela marca em dois depósitos de gasolina.

02/08/2017

Detonador do air-bag do condutor

Mais uma vez o Corolla foi chamado ao representante da Toyota a fim de substituir um detonador, desta vez o detonador do air-bag do condutor. Tarefa para demorar algumas horas (o automóvel foi deixado de manhã no representante e entregue à tarde) e, tal como na substituição do detonador do air-bag do passageiro, sem qualquer custo para o cliente.

25/04/2017

As luzes do indicador de GPL e a redução da autonomia

Começou a ser notório um comportamento errático do indicador de GPL, este estava a apresentar qualquer nível, desde cheio a vazio, durante a circulação. Isto não seria nada de "muito grave" se não fosse a questão de o indicador de nível indicar que o depósito estaria na reserva, passando mesmo a considerar que o combustível teria acabado, ficando o automóvel a circular a gasolina (independentemente dos quilómetros que tivesse realizado desde o último atesto).
Esta informação foi passada ao instalador, que recomendou, a título experimental, evitar a utilização de GPL de marcas denominadas low-cost, pois poderia ser essa a causa do problema no sensor de nível.
Mesmo assim, com este comportamento, ainda era possível circular a GPL, quando o indicador de nível decidia "ler" que tinha combustível (a autonomia cifrava-se em cerca de 100km).

01/01/2017

Análise de custos 2016

Percorridos em 2016 com o Corolla foram cerca de 9100km.

Despesas:
  • Revisões: 111,00€
  • IPO: 30,54€
  • IUC: 55,31€
  • Seguro: 144,77€
  • Peças substituídas: 7,50€
  • Combustível (GPL e gasolina): 384,99€ (dos quais 41,84€ em gasolina)
Total da despesa: 734,11€ (0,08€/km)

Tornou a ser, no ano em que passou a fasquia dos 200 mil quilómetros, o veículo que mais quilómetros percorreu, ficando nesse campo com uma diferença marginal para o ano anterior (cerca de 200km a menos), a despesa foi, no entanto, bastante inferior devido à menor despesa de manutenção (o ano passado foram trocados os amortecedores) e também graças a um preço ligeiramente mais comedido no combustível. O total de poupança em combustível, após a amortização da instalação do sistema de GPL, já superou os 650€.


Percorridos em 2016 com a PCX foram 6700km.

Despesas:
  • Revisões: 56,08€
  • IUC: 5,52€
  • Seguro: 101,91€
  • Combustível: 179,21€
Total da despesa: 342,72€ (0,05€/km)

A pequena PCX percorreu quase 2000 quilómetros a menos, mantendo no entanto o valor de despesa por quilómetro inalterado para o ano anterior, o que em boa parte é devida à, ainda exemplar, fiabilidade da pequena mono-cilíndrica.


Percorridos em 2016 com a CBF foram cerca de 3800km.

Despesas:
  • Revisões: 113,90€
  • IUC: 56,68€
  • Seguro: 109,32€
  • Lubrificação da corrente: 10,00€
  • Equipamento: 105,00€
  • Combustível: 269,20€
Total da despesa: 664,10€ (0,18€/km)

Todos os veículos percorreram menos quilómetros que no ano anterior, no caso da CBF esse facto foi bem mais notório, tendo a distância caído para quase metade (o que faz disparar a despesa por quilómetro de forma bem visível). Uma diferença tão grande na distância percorrida deveu-se também à utilização de outras formas de deslocação para distâncias mais curtas e/ou em cidade que totalizaram, durante este ano, mais de 750km. 

09/12/2016

BMW E30 oil service & inspection

O painel de instrumentos do BMW E30, seja phase I ou phase II, apresenta no painel de instrumentos, junto às luzes verde/amarelo/vermelho que servem de contador para a revisão, duas outras indicações luminosas, "oil service" e "inspection".

"oil service" especifica mudança do óleo e do  respectivo filtro.

"inspection" há dois tipos, tipo I e tipo II, que alternam durante a vida útil do automóvel, se a última foi tipo I, a próxima será tipo II, a posterior a essa será tipo I novamente, e assim sucessivamente.

De acordo com o manual de manutenção, segue-se a listagem de pontos a verificar em ambos os tipos de inspecção.
 
Inspecção tipo I (cada 24000km ou 1 ano)

AFINAÇÃO
- Verificar folga das válvulas
- Verificar e ajustar a mistura (se aplicável)
DEBAIXO DO CAPOT
- Verificar nível de fluido dos travões
- Verificar nível de fluido da embraiagem
- Verificar nível de electrólito da bateria
- Verificar nível de líquido de refrigeração e inspeccionar se há fugas
- Lubrificar ligações do cabo de acelerador, no acelerador e na borboleta. Lubrificar o eixo da borboleta.
DEBAIXO DO CARRO
- Verificar nível de lubrificante da caixa de velocidades
- Verificar nível de lubrificante do diferencial
- Verificar depósito de combustível e todos os tubos de combustível
- Verificar sistema de escape
- Verificar estado dos foles, o nível de óleo, e eventuais fugas, da direcção assistida
- Verificar bombas de travão e as borrachas dos êmbolos
- Verificar tubagens do circuito hidráulico dos travões (fugas e danos)
- Verificar estado de desgaste das pastilhas e calços
- Verificar funcionamento do travão de estacionamento
- Verificar se há folgas na direcção e na suspensão dianteira
- Verificar estado dos foles do eixo traseiro
- Verificar estado das jantes e desgaste dos pneus
CARROÇARIA E INTERIORES
- Lubrificar dobradiças das portas
- Verificar focagem dos faróis
- Verificar toda a iluminação interior e exterior do veículo
- Verificar funcionamento do painel de controlo
- Verificar o funcionamento e carga do ar-condicionado
- Verificar correcto funcionamento dos cintos de segurança
- Verificar nível do limpa pára-brisas
CONDUÇÃO
- Verificar performance dos travões, direcção, ventilação e espelhos.

Inspecção tipo II (48000km ou 2 anos)

Como toda a verificação feita na inspecção 1 é igualmente feita na inspecção 2, num ano é feita uma no ano seguinte é feita a outra, voltando à primeira no ano seguinte e assim sucessivamente.

Desta forma, acrescenta-se à lista anterior...

AFINAÇÃO
- Substituição das velas
- Substituição do filtro do ar
- Substituição do filtro do combustível
- Verificação do distribuidor e dos cabos das velas, substituir se necessário
DEBAIXO DO CAPOT
- Verificar a correia do alternador, ajustar ou substituir se necessário
DEBAIXO DO CARRO
- Trocar lubrificação da caixa de velocidades
- Trocar lubrificação do diferencial
- Verificar folgas nos rolamentos das rodas dianteiras
- Verificar desgaste da embraiagem
CARROÇARIA E INTERIORES
- Limpar e lubrificar calhas do tecto de abrir

NOTAS REFERENTES ÀS CORREIAS DE DISTRIBUIÇÃO:
M40 - 40000km ou 4 anos (o mesmo que dizer, à segunda inspecção de tipo II)
M20 - 80000km ou 4 anos (idem o anterior, saliento que o manual diz 100k km, mas há informações que apontam para os 80k km)

OUTRAS INFORMAÇÕES:
Trocar óleo dos travões todos os anos, e drenagem e limpeza do circuito de refrigeração a cada dois anos.

03/12/2016

Revisão ao Corolla: 199 mil quilómetros

Um ano e oito meses volvidos após a última revisão do Corolla, este completou a quilometragem para efectuar o serviço, com algumas coisas a precisar de atenção para além do plano de manutenção.
  • Foi necessário substituir o motor do lava vidros dianteiro, que está localizado à frente da roda dianteira direita, para o alcançar é necessário soltar a forra inferior desse lado do pára-choques, bem como o próprio pára-choques, para conseguir chegar ao dito motor. 
  • Foi efectuado o carregamento do ar-condicionado, por já se notar que não estava a funcionar em pleno.
O plano de manutenção para esta revisão indicava apenas a mudança de óleo (foi mantido o 5W30) e a substituição dos filtros do óleo e do habitáculo.
Serviço realizado aos 199310km com um custo de 111€.

05/10/2016

Conta poupança GPL

Passado que foi o ponto de amortização da instalação do sistema de GPL, a real poupança em combustível começou nesse dia. Hoje, ao efectuar mais um abastecimento, o total da poupança superou os 500€.

Estes 511.91€ de redução na despesa em combustível foram conseguidos em 12629km (percorridos ao longo de um ano e sete meses) e chegam para cobrir as despesas obrigatórias (IUC, IPO e seguro) de dois anos.




09/08/2016

Revisão da Honda PCX: 36000km

Aos 39535km a Honda PCX voltou a parar para fazer mais um revisão. Desta vez, para além da limpeza do filtro do ar e da mudança do óleo, foram também substituídos os roletes do variador e trocado o óleo dos travões.
No processo de substituição dos roletes, foi efectuada verificação e limpeza ao sistema de transmissão. Foi possível verificar que as polis do variador já apresentam algum desgaste mais pronunciado em algumas zonas, nada de urgente, mas será algo a ter em conta num futuro não muito distante. A correia, substituída na revisão dos 24000km, ainda se encontra bem capaz de cumprir a sua função.
Outro ponto que terá de receber atenção num futuro próximo é a direcção. Esta apresenta, fruto dos buracos e empedrados dos trajectos mais usuais, um calo bem notório na posição central.
O total pago por esta revisão foi de 44.73€, ficando a próxima revisão de mudança de óleo agendada para daqui a 6000km.

09/06/2016

Revisão dos 42 mil quilómetros da Honda CBF600

Com a aproximação "daquela altura do ano" em que a CBF costuma percorrer maiores distâncias e com o conta-quilómetros a totalizar 45386km, lá foi cumprido o calendário de revisões.
Desta vez, para além da mudança de óleo e do respectivo filtro e da limpeza do filtro do ar, teve direito à substituição das velas, coisa que, como se pode ver pela foto adjacente, é coisa para deixar a mota quase sem "roupa".
Para realizar a operação de substituição das velas, tal como é indicado no manual, é necessário elevar a parte dianteira do depósito de combustível para conseguir remover as velas dos segundo e terceiro cilindros, as outras conseguem remover-se sem dificuldades de maior.
Foram ainda corrigidos o nível do líquido de refrigeração e a folga da corrente e efectuada uma limpeza aos travões.
Para a próxima revisão, que será provavelmente ainda este ano, será altura de trocar o óleo dos travões e das suspensões.
Preço total da intervenção, 113.90€, mais em conta que a revisão equivalente anterior (que já contemplava desconto).